Bundjalung

Filme chega à França

Mestre em Arte e Mídia pela Griffith University em Gold Coast, Austrália, Carlos Portella é fissurado por surf e acredita no poder transformador da palavra.

 

É poeta desde pequeno, surfista desde os 12 e há 7 anos trabalha com produção audiovisual.

 

Com conhecimento de roteiro, edição e filmagem, foi diretor e roteirista do documentário Descobrindo a Barra Sul, transmitido pela RBS TV – Filial da Rede Globo em Santa Catarina, produziu diversos outros documentários e já publicou matérias em sites especializados em surf.

 

Carlos já morou 3 anos na Austrália, 6 meses na França, 6 na Indonésia e visitou o Panamá, Uruguay, Chile, Peru, Nova Zelândia, Dinamarca, Espanha, e viajou o litoral brasileiro de sul a norte.

 

Atualmente, Carlos trabalha no projeto Working For Barrels, uma série de documentários independentes destinados a retratar a história e a cultura dos povos que recebem surfistas na Austrália. O primeiro filme da série se é o Bundjalung, que foi selecionado para o festival internacional de filme de Anglet, na França.

 

Visite o site do projeto: workingforbarrels.com.

 

O diretor também está produzindo atualmente os filmes “Guerra da Tainha” e “Nossas Raízes Nossa Luta”, ambos apoiados pelo Ministério da Cultura. 

 

Bundjalung Bundjalung tem alguns dos mais perfeitos e famosos picos de surf do mundo, mas poucas pessoas já ouviram falar o nome dessa nação indígena que detém uma história trágica e incalculável.

 
Snapper Rocks, Kirra, Lennox Heads e Angourie são apenas algumas das inúmeras ondas perfeitas que o país tem. Mas não só ondas perfeitas; este país tem uma cultura bonita de luta pela sobrevivência. 
 
Filmado durante dois anos ao longo dos 200 km do litoral de Bundjalung, este documentário retrata sessões de surf épicas, bem como a história não contada e cultura deste país.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)