Meio Ambiente

Animais em risco

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Lixo no mar mata mais de mil tartarugas no litoral norte de São Paulo, segundo dados do Instituto Argonauta. Foto: © WSL / Cestari.

 

O Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha divulgou recentemente dados assustadores sobre a poluição no litoral norte de São Paulo.

Segundo a ONG, só em 2016, cerca de 1000 tartarugas foram encontradas mortas por ingestão de lixo. De acordo com o Instituto, só no primeiro semestre de 2017, cerca de 300 mortes já foram registradas.

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Faça sua parte e proteja nossa maior riqueza, a natureza. Foto: Bruno Prado.

Dejetos – Atualmente, o plástico, que demora de 300 a 400 anos para se decompor, é o material mais encontrado nos oceanos. Esses dejetos confundem as tartatugas e já são considerados um dos principais causadores de mortes. 

Hoje, estima-se que 8 milhões de toneladas de plástico sejam despejados no mar em todo o planeta e, além dele, outros materiais também podem ser encontrados nos oceanos, colocando em risco a vida marinha.

Veja abaixo o período de decomposição de alguns objetos e, em sua próxima ida à praia, seja consciente, recolha o lixo e faça sua parte:

Papel: De 3 a 6 meses para se decompor;
Tecido: De 6 meses a 1 ano para se decompor;
Filtro de cigarro: Mais de 5 anos para se decompor;
Madeira pintada: Cerca de 13 anos para se decompor;
Fio de pesca (Nylon): Mais de 20 anos para se decompor;
Lata de refrigerante (Alumínio): Mais de 200 anos para se decompor;
Garrafa de plástico: Mais de 400 anos para se decompor;
Vidro: Demora mais de 1000 anos  para se decompor totalmente;
Borracha: a sua decomposição é de tempo indeterminado.

Sobre o Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha – É uma organização não governamental sem fins lucrativos (ONG), fundada em julho de 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba e reconhecida em 2007 como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Criado com o objetivo de incentivar, promover, desenvolver e apoiar a cultura, educação, pesquisa e conservação ambiental.

 

Por meio do patrocínio do Aquário de Ubatuba e há dois anos, da Petrobras, o Instituto Argonauta criou e mantem o CETAS, centro que atua no resgate, reabilitação e reinserção da fauna aquática de toda a região.

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