Clean Up the World

Limpeza na Bahia

Anualmente, o evento mobiliza mais de 35 milhões de pessoas ao redor do mundo pela causa ambiental e as mudanças de atitude. No Brasil, o Clean Up the World é celebrado como o Dia Mundial da Limpeza em Rios e Praias, ocorrendo, sobretudo, com o fim da primavera.

 

Por isso, a APS (Associação Praia do Surf) realizou, juntamente com a ASPI (Associação de Surf da Praia de Ipitanga), uma ação que visou conscientizar as pessoas sobre a importância da limpeza das praias paramanter a qualidade de vida e preservar a fauna marinha.

 

A APS, atenta à atual situação de vulnerabilidade do Rio Sapato e da faixa litorânea de Vilas do Atlântico e seu entorno, chama a atenção da obra de reversão da drenagem da Lagoa da Base para o rio Sapato, que foi novamente autorizada pela prefeitura de Lauro de Freitas no final de fevereiro de 2016. A proposta é drenar a água pluvial daquela região em direção ao rio Sapato. As entidades representativas dos moradores de Vilas do Atlântico não concordam com a obra, tendo em vista a proposta de se despejar a água pluvial no rio Sapato e nas praias. Mesmo o esgoto doméstico não tratado que corre na região da Lagoa da Base iria desembocar no rio Sapato, gerando transtornos à população e mais poluição.

A obra trata da canalização das águas da Lagoa da Base – que fica próxima ao Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães – para o Rio Sapato, este que corta Vilas do Atlântico. O Rio Sapato não tem capacidade para aumentar sua vazão, já que, atualmente, transborda nas épocas de chuva. Assim, a canalização das águas da Lagoa da Base deixará o rio ainda mais poluído.

Essa questão foi entregue ao Ministério Público, que abriu inquérito civil para apurar a legalidade da obra – e que o Termo de Acordo e Compromisso proposto não passou pela aprovação da promotoria – “que deveria, no mínimo, ser parte desse acordo”. Além disso, o MP ainda não recebeu a documentação que havia sido requisitada quando foi recomendada a paralisação das obras, em outubro de 2015.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.