Tríplice Coroa Havaiana

Atletas pisam fundo

Com formato virtual, Tríplice Coroa Havaiana movimenta a cena competitiva no North Shore de Oahu, Havaí.

Por causa da pandemia de Covid-19, a tradicional Tríplice Coroa Havaiana será disputada em um formato inédito nesta temporada.

Com janela de espera de 21 de dezembro até 15 de janeiro, os 125 competidores elegíveis precisam enviar imagens de suas duas melhores ondas surfadas em cada um dos três locais de competição: Pipeline, Sunset e Haleiwa.

Os vencedores masculinos e femininos serão escolhidos em cada local e os candidatos ao título geral serão aqueles que tiverem as melhores pontuações combinadas de todas as seis ondas submetidas. A premiação total é de US$ 200 mil.

No clipe acima, a WSL separou alguns dos principais momentos da disputa durante a última semana no North Shore de Oahu, Havaí.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)