Tonnta Leanúnacha

Bonython desvenda Mullaghmore

Cinegrafista australiano do canal Surfing Visions, Tim Bonython encara a laje tenebrosa de Mullaghmore, onda comparada à Teahupoo, no Taiti.

Se alguém na face da Terra está evitando encontrar o cinegrafista australiano Tim Bonython, um lugar onde ele certamente não será encontrado é filmando surfistas em algum evento em Trestles, Califórnia.

Isso porque Bonython gosta de ondas grandes, muito grandes. Na verdade, ele tem uma afinidade com as ondas mais aterrorizantes, bombásticas e absolutamente fascinantes do mundo.

Por sorte da galera, ele tem divulgado imagens épicas de suas recentes incursões em lugares com surfe intenso, como Marrocos e Nazaré, em Portugal.

E sua última grande contribuição vem do reduto de ondas grandes da Irlanda: Mullaghmore.

“Em irlandês raiz, Tonnta Leanúnacha significa ondas contínuas e é isso que você consegue mais do que em qualquer outro lugar, quando se trata desta laje chamada Mullaghmore. É como um Teahupoo da Irlanda, grande, redondo e dá pra escapar do tubo. Porém, basta um erro e você está perdido.”, diz Bonython.

Logo na abertura do vídeo acima, Bonython afirma: “Desta vez, estamos em um dos meus lugares favoritos do planeta, e há muitos deles. Mas, este lugar é tão lindo e imaculado, com lindos campos verdes. É a Irlanda, e quando as ondas estão boas, você tem momentos realmente emocionantes.”, explica.

As imagens trazem quase 20 minutos de bombas ininterruptas em Mullaghmore, mesmo local onde o havaiano Nathan Florence pegou a onda que rendeu o prêmio de ride of the year.

Fonte Surfer

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.