Série ao Fundo

Debandada e Rebaixados

Série ao Fundo debate debandada e rebaixamento de surfistas veteranos consagrados do Circuito Mundial.

https://youtu.be/19Nl7wSLTRI

O nível “inatingível” de Medina, Italo e Filipe estaria relacionado à debandada de grandes nomes do circuito mundial? Recentemente, Julian Wilson, Jeremy Flores, Mickey Wright e Ace Buchan anunciaram aposentadoria ou um break das competições.

Também chama atenção a presença de surfistas consagrados entre os rebaixados desta temporada. Owen Wright e Michel Bourez, por exemplo, estavam há mais de uma década na elite mundial e agora terão que encarar o Challenger Series caso queiram retornar ao CT em 2022. Também estarão nesta disputa os brasileiros Caio Ibelli, Alex Ribeiro e Peterson Crisanto.

Nossos comentaristas destacam que, além da dominação brasileira, a chegada de uma nova geração de australianos e americanos de surfe moderno pode ter contribuído para o encurtamento da carreira de alguns dos veteranos. Na contramão da tendência está ele, sempre ele, a lenda, Robert Kelly Slater, que só precisou disputar três etapas no ano para garantir a reclassificação.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)