Daniks Fischer

Sem nó na Garganta

Daniks Fischer aproveita swell de Páscoa e se diverte na Garganta do Diabo, em São Vicente (SP).

Surfar ondas grandes não é para qualquer surfista. Tem que ter um bom preparo, calma e ser conhecedor do pico. Daniks Fischer, local de São Vicente, é um atleta com essas qualidades. Já viajou o mundo dropando as maiores. Mas quando quebra no quintal de casa, ele mostra toda a sua experiência nas morras da Garganta do Diabo, em São Vicente.

“Eu surfo desde os meus 14 anos na Garganta, um lugar que me sinto calmo e me passa uma energia muito positiva, principalmente se estiver quebrando grande”, relatou Daniks, que conta com o apoio do site InnerSport e das marcas Ripwave Surfboards e Perfect Waves Europe.

As imagens foram captadas pelo cinegrafista e fotógrafo Fábio Paulista. o @surfista_fotografo, no swell que entrou na semana do feriado da Páscoa. Ele registrou o conhecimento do vicentino em cima das ondas que quebraram atrás do Ilha Porchat.

Daniks foi um dos primeiros surfistas a investir num jet-ski no Brasil, em 98, para a prática do surfe rebocado e já praticou tow in ao lado de big riders renomados como o alemão Sebastian Steudtner e os brasileiros Romeu Bruno e Phil Rajzman.

Em janeiro de 2019, ao lado de Rodrigo Koxa, atual campeão do XXL, campeonato mundial de ondas gigantes, surfou a poderosa onda da Vila de Nazaré, em Portugal.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.