Série ao Fundo

Bells vem aí

Série ao Fundo analisa os picos do Rip Curl Pro Bells Beach e os favoritos ao título da segunda etapa do Tour.

https://www.youtube.com/watch?v=11WL-ESd3yg&feature=youtu.be

Mais um episódio do Série ao Fundo no ar! Desta vez para projetar a segunda parada do CT.

Realizada desde 1962, a etapa de Bells Beach é a mais antiga do Circuito Mundial. Os tradicionais picos de Rincon e Bell’s Bowl produzem ondas cheias que, apesar de parecerem fáceis, exigem muita leitura e técnica por parte dos surfistas.

Uma boa pedida para as apostas é escolher atletas com bom “rail game”, ou seja, que conseguem cravar a borda e desenhar longos arcos nas paredes da onda. Já se o campeonato for levado para Winkipop, o cenário muda um pouco, porque a vala mais em pé permite manobras mais verticais e progressivas.

No ano passado, Italo Ferreira aposentou Mick Fanning em grande estilo e se tornou o terceiro brasileiro a tocar o famoso sino. Antes dele, Adriano de Souza e Silvana Lima já haviam conquistado a etapa. Lesionados, ambos não estarão presentes na atual edição do evento.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.