Test drive

Quilha fixa ou encaixe?

Kolton Sullivan, surfista da Califórnia, compara pranchas utilizadas por profissionais nos anos 90 aos modelos atuais.

O surfe pode ser bem mais interessante se você usar a ferramenta certa para as condições que se apresentam. Testar pranchas, entender como funcionam biquilhas, monoquilhas, guns, fishs, entre vários ouros tipos de pranchas, sempre será um prazer à parte para quem curte boards.

O canal Used Surf, de San Clemente, Califórnia, trouxe à tona um debate interessante ao confrontar uma thruster moderna com uma relíquia dos anos 1990, equipada com quilhas fixas e características que nos remetem aos tempos em que lendas como Kelly Slater chegavam para revolucionar todo o mercado ao surfar com pranchas bem finas, com muita curva de rocker e bem estreitas.

Enquanto as pranchas atuais oferecem estabilidade, versatilidade e compensam muitas  limitações individuais, as antigas apresentam quilhas fixas, rocker excessivo e bordas finas, características que definiam o cenário do surfe nas décadas passadas. A experiência de Sullivan destacou diferenças notáveis entre as duas pranchas, mostrando a evolução do design ao longo dos anos.

“Se eu pudesse te dizer uma coisa: não menospreze nenhuma das pranchas antigas”, instiga Sullivan.

“Muitos caras detonavam nelas, como Tom Curren, que provavelmente nesta manhã estaria surfando com uma 6’3″, pegando mais tubos do que você já pegou na sua vida inteira.”

Ao analisar as comparações em vídeo, Sullivan argumenta que tudo se resume a uma questão de perspectiva.

“Elas não são tão ruins assim. São pranchas boas. É apenas uma maneira diferente de surfar. Você aprende muitas coisas sobre por que as pessoas surfavam daquela forma na época (anos 1990) e também pode progredir e surfar melhor ao aprender novas linhas e novas formas de abordagem.”

Fonte Used Surf

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)