Noosa

Swell de sobra

Se há ondas de sobra, sobra tempo para variar, testar e usar de tudo. Assim foi a temporada no icônico point break de Noosa, Austrália.

Às vezes fico com a impressão de que é bem mais fácil variar e experimentar quando você tem ondas em abundância.

É o caso da Austrália. Principalmente numa temporada em que os ciclones criaram muitas, muitas ondas. Noosa já é um lugar abençoado, com várias ondas incríveis e com um DNA chegado à diversificação de equipamento. Long, monoquilha, sem quilha, fish, vale de tudo.

O pico mais conhecido é famoso por ser um paraíso de longboards. Mas quando o mar sobe, com ondas em todos os outros points, a brincadeira se expande no melhor estilo cada um na sua e todo mundo junto.

Durante o swell gerado pelo ciclone Oma muita gente se divertiu, incluindo Harrison Roach, Asher Pacey, Alex Knost, Taylor Jensen, Jake Vincent e toda a galera especialista em tudo que é prancha, menos uma triquilha tradicional.

Assista e divirta-se com esse belo exemplo de um mar bom para variar. Diferente de um mar bom, para variar.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)