Wylie Bay

Ataque na Austrália

Surfista desaparece em praia do oeste australiano depois de ataque de tubarão.

Um surfista está desaparecido depois de ser atacado por um tubarão nesta sexta-feira (9) em Wylie Bay, perto de Esperance, oeste australiano.

De acordo com informações do site Abc.net, a polícia afirma ter encontrado uma prancha com sinais de mordida flutuando na água, mas o surfista não foi localizado.

Autoridades de emergência patrulharam o local durante toda a tarde à procura da vítima. As buscas serão retomadas neste sábado (10).

“As chances de sobrevivência são obviamente muito pequenas, considerando alguns dos relatos que nos foram fornecidos”, disse o sargento da polícia, Justin Tarasinki.

Uma testemunha relatou um possível ataque de tubarão pouco antes das 11 horas (horário local). Por volta das 9:20 horas, um tubarão também havia sido visto nadando pela região.

Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, o primeiro-ministro de West Australia, Mark McGowan, disse que o homem desaparecido estava na água com outros surfistas.

Ele disse que um dos surfistas tentou resgatá-lo, mas não conseguiu. “Parece uma situação muito, muito difícil e muito séria”, disse McGowan.

A praia de Wylie Bay foi fechada imediatamente. Esta região do oeste australiano é conhecida pelos ataques de tubarão.

Nesta mesma área, Laeticia Brouwer, de 17 anos, morreu após ser mordida por um tubarão branco em 2017. Em 2014, o surfista de 23 anos Sean Pollard também foi atacado por um tubarão, perdendo o braço e a outra mão.

O nome da vítima desta sexta-feira ainda não foi revelado pelas autoridades.

Notícia atualizada às 12:06 (de Brasília).

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)