Florianópolis

Baleia encontrada morta

Baleia-jubarte com rede presa ao corpo é encontrada morta em Florianópolis (SC).

Uma baleia-jubarte morta foi avistada boiando próximo à Praia da Galheta, na região leste de Florianópolis, na última quarta-feira (26). De acordo com a equipe de monitoramento de praias, ela estava com partes de rede de pesca presas ao corpo.

Com a mudança na ondulação, a expectativa é que o animal encalhe na praia nos próximos dias e, assim, o corpo poderá ser recolhido pela equipe R3 Animal, que integra o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

Até a noite de ontem, ainda não se sabia há quanto tempo o animal morreu e nem a causa da morte. Além da R3 animal, a equipe do Protocolo de Encalhes e Emalhes da Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca/ICMBio (APABF) acompanha a situação.

Na última semana, duas baleias-jubarte foram avistadas também com redes presas ao corpo próximas à Florianópolis, mas, segundo as equipes de monitoramento, ainda não é possível saber se o mamífero que morreu seria um dos animais avistados.

As equipes de proteção ressaltam que o procedimento para retirada de rede de corpos de baleias é arriscado tanto para o animal como para as pessoas e só deve ser realizado por profissionais treinados, devidamente equipados e oficialmente autorizados.

As baleias-jubarte migram para o litoral brasileiro para a reprodução, mas a principal área de concentração é o Banco dos Abrolhos, uma extensão da plataforma continental localizada no sul da Bahia e norte do Espírito Santo.

Elas já saíram da lista de espécies ameaçadas de extinção e agora, com o aumento populacional, estão aparecendo com mais frequência em outros locais da costa brasileira. Esses mamíferos podem atingir cerca de 16 metros de comprimento e pesar entre 35 a 40 toneladas.

Fonte UOL

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.