Derek Ho

Descanse em paz

Primeiro havaiano a conquistar o título mundial, Derek falece aos 55 anos.

Faleceu na noite da última sexta-feira (17/7), aos 55 anos, o lendário Derek Ho, que em 1993 se tornou o primeiro havaiano a levantar a taça de campeão mundial.

De acordo com uma fonte ligada ao Waves, Derek teria dado entrada no hospital com quadro de pneumonia e testou negativo para a Covid-19, mas acabou sofrendo uma parada cardíaca e entrou em coma, vindo a falecer na noite de sexta no Havaí (madrugada deste sábado no Brasil).

“O North Shore, o mundo do surfe e Pipeline nunca mais serão os mesmos. Todo o meu amor vai para toda a família Ho. Se vocês precisarem de alguma coisa, eu estarei lá! R.I.Paradise Uncle D”, postou o free surfer e músico havaiano Landom McNamara.

O Top da elite mundial Jeremy Flores também deixou suas condolências para a família Ho: “Lenda nunca morre. Descanse em paz, Tio D. Soldado real das boas vibrações. Soldado do mar. Amo vocês, galera. Sempre lembrarei dessa vibe“, postou Jeremy.

Caçula dos irmãos Ho, Derek seguiu o caminho do irmão Michael e fez parte de uma geração de peso no fim dos anos 80, travando grandes batalhas com nomes como Tom Curren, Tom Carroll, Martin Potter, Mark Occhilupo e Gary Elkerton.

Além de conquistar o título mundial em 1993, Derek faturou o Pipe Masters em 1986 e 1993 e a Triple Crown em 1984, 1986, 1988 e 1990.

Confira mais detalhes em nossas próximas atualizações.

https://www.instagram.com/p/CCxdxAchmK6/?utm_source=ig_embed

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)