Jeremy Flores

De volta a Teahupoo

Jeremy Flores comemora a liberação do surfe em Teahupoo, Taiti.

Depois de Michel Bourez, foi a vez de outro Top francês comemorar a liberação do surfe no Taiti. Há três anos morando no local, Jeremy Flores compartilhou seus primeiros momentos em Teahupoo depois de 48 dias de proibição na Polinésia Francesa.

“É realmente estupendo o simples fato de voltar ao oceano. É muito raro para mim ficar tanto tempo fora d’água. Estar no Taiti por 48 dias e não surfar, sabendo que quebraram ondas incríveis durante este confinamento, foi duro”, afirmou o atleta à agência AFP.

Quem também não perdeu tempo e foi logo para a água foi o local Kauli Vaast. “Primeiro swell esta manhã depois do confinamento”, escreveu o jovem atleta ao compartilhar uma bomba em Teahupoo no Instagram.

Assim como em dezenas de países, o surfe havia sido proibido no arquipélago na tentativa de frear a disseminação da Covid-19. Foram 58 casos confirmados e nenhuma morte na região.

https://www.instagram.com/p/B_p3H0_pi3w/

https://www.instagram.com/p/B_tykLxnz3c/

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)