Petição virtual

ASI emite nota

Associação de Surf de Imbituba (SC) contesta petição virtual que solicita a liberação do surfe em praias do município.

A Associação de Surf de Imbituba (SC) emitiu uma nota na última segunda-feira (13) e esclareceu que não foi consultada sobre a petição virtual que solicita a liberação do surfe nas praias do município do litoral sul catarinense.

A entidade fez questão de reforçar que defende as medidas sanitárias impostas pela Prefeitura e que não aprova a prática do esporte durante os tempos de quarentena. A ASI também considerou a petição uma ‘ação individual’ e disse ‘estar surpresa’ com a repercussão nacional sobre o tema.

Segue abaixo o comunicado:
Viemos por meio desta falar e esclarecer sobre um assunto polêmico, o qual, está rolando pelas redes sociais no mundo do surfe e foi parar em um dos maiores portais de surfe do País.
Primeiramente essa petição, abaixo-assinado ou outro termo que queiram usar, é uma ação individual de uma pessoa, a qual utiliza o texto de um médico, para pedir a liberação do surfe em Imbituba.
A Associação de Surf de Imbituba em nenhum momento foi informada sobre esse tema, ficamos surpresos com o fato e pela repercussão que deu ao parar no site nacional.
Somos contras essas atitudes de forma isoladas, pois todos dias conversamos com as entidades ligadas ao surfe e ao esporte, para agir de forma coletiva em prol do esporte e da saúde pública.
Sim, todos queremos voltar pra dentro d’água, cada dia que passa está mais difícil segurar os ânimos. Questionamos sim até que ponto é melhor manter os esportes individuais proibidos enquanto os centros fazem filas e aglomerações nunca vistas antes.
Mas enquanto as regras seguem proibidas continuamos respeitando e pedindo aos nossos associados, simpatizantes e frequentadores de praias que respeitem os decretos e fomentemos o diálogo sem ofender e respeitar a opinião de cada um.
Pedimos às autoridades paciência e respeito também, sabemos que é um momento muito delicado e todos estão com os nervos a flor da pele.
Acreditamos que surfe sem aglomeração seria muito bom pro convívio, mas como controlar isso é a questão é liberando o surfe muita gente viria para as praias, aumentando a circulação de pessoas, esse é o principal problema que as autoridades veem e os especialistas da área de saúde orientam da mesma forma.
O dilema é grande, enquanto isso seguimos a orientação. Obrigado por sua atenção e em breve estaremos todos no outside.
Diretoria da ASI.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)