Longboard Tour

WSL volta a Nova Iorque

Oito anos depois de sediar uma etapa do CT, Nova Iorque volta a receber a WSL, desta vez para o Mundial de Longboard.

Oito anos depois do histórico Quiksilver Pro New York, etapa do Championship Tour disputada em Long Beach (EUA), a WSL está de volta a Nova Iorque, desta vez com uma competição de longboard.

Com apoio da campanha I Love NY, o New York Longboard Classic acontece de 6 a 12 de setembro.

O evento também terá como palco as ondas de Long Beach.

No início desta temporada, o recém-formatado Mundial de Longboard ganhou o reforço de Devon Howard, gerente do Tour da modalidade na WSL. Em Nova Iorque, serão 6.000 pontos em jogo no ranking.

“O WSL LT deste ano tem uma ênfase real no surfe tradicional e é um momento realmente empolgante para ver novos rostos como Justin e Harrison Roach”, diz Howard. “Estamos a caminho de um dos maiores nomes em termos de destinos e um lugar que pode ser realmente bom para surfar no outono. Estamos otimistas de que esta pode ser uma das melhores paradas do Tour deste ano”.

O recente evento Vans Joel Duct Tape Invitational fez parte do Vans US Open e coroou Justin Quintal e Kelis Kaleopa’a como vencedores do evento. Os dois conquistaram lugares garantidos nos próximos eventos do LT e tentarão representar a Flórida e o Havaí, respectivamente, no World Longboard Championships.

“A comunidade nova-iorquina está muito empolgada por ter a WSL de volta e faz todo o sentido ter uma etapa de longboard lá com a extensa história da modalidade nesse lugar“, disse Howard. “Uma das primeiras pessoas a surfar na América do Norte foi no fim de 1800, em Nova York, então sua dedicação ao esporte fala por si mesma. É emocionante ter Justin e Kelis entrando como wildcards no evento depois das suas vitórias”.

Antes de Nova Iorque, os atletas disputam o Galicia Longboard Classic, também com as modalidades masculina e feminina. O evento acontece entre 28 e 31 de agosto, em Pantin, Espanha.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)