Jogos Olímpicos

Medina é bronze em Teahupoo

Gabriel Medina garante medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de 2024, disputados em Teahupoo, Taiti.

Após perder para o australiano Jack Robinson na segunda semifinal do surfe olímpico, o brasileiro Gabriel Medina disputou a medalha de bronze contra o peruano Alonso Correa. Em ondas com cerca de 1 metro, com boa formação e poucos tubos, Correa abriu a disputa com uma boa onda, marcando 6.83 ao surfar um bom tubo. Medina respondeu na sequência com uma nota de 5.67.

Surfando mais embaixo da bancada e sem a prioridade, Alonso pegou outra esquerda que lhe proporcionou boas manobras, marcando 5.0 pontos. Nesse momento, Medina pegou duas ondas fracas, nas quais não conseguiu sair dos pequenos tubos que rolavam em Teahupoo.

Faltando cerca de 22 minutos, Medina precisava de 6.17 pontos e marcou 7.50 em um tubo que parecia impossível. Em seguida, ele conseguiu uma nota de 7.77. Nesse momento, Medina deixou Alonso precisando de 8.44 pontos e já emendou outra onda com a mesma nota, 7.77, levando seu somatório a 15.54 contra 12.43 de Alonso.

Com esse resultado, Gabriel Medina garantiu a medalha de bronze olímpica, sua primeira em Olimpíadas e a terceira do Brasil na história dos Jogos, considerando que Ítalo Ferreira venceu a primeira edição e Tatiana Weston-Webb garantiu, ao menos, a prata olímpica em Teahupoo.

Resultado da disputa pelo bronze
Gabriel Medina (BRA) 15.54 x Alonso Correa (PER) 12.43

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)