Surf City El Salvador Pro

Ethan começa forte

Atual quarto colocado no ranking, Ethan Ewing vence bateria de abertura do Surf City El Salvador Pro com duas notas na casa dos sete pontos. Kelly Slater e Matthew McGillivray caem para repescagem.

Ethan Ewing comandou as ações na primeira bateria do Surf City El Salvador Pro. O australiano surfou apenas três ondas na disputa, marcou duas notas na casa dos sete pontos e venceu com folga. Kelly Slater (2º) e Matthew McGillivray (3º) caíram para a repescagem.

Kelly foi o mais ativo da bateria. O norte-americano surfou sete ondas no total. Na primeira anotou 4.00 pontos e na segunda acho partes mais íngremes e colocou mais 5.50 no somatório. Matthew entrou em ação aos 9 minutos. O sul-africano pegou uma direita que teve um início rápido. Ele passou a primeira seção e depois fez ataques agressivos em sequência para marcar 6.50.

Ethan pegou sua primeira onda aos 13 minutos. O australiano fez uma curva curta, passou a seção, depois executou uma rasgada forte, seguida de outra curva mais alongada e três batidas, uma com reverse. Ethan conquistou 7.50 pontos.

Kelly (6.07. 0.67 e 4.87) e Matthew (4.67) voltaram a atuar antes dos dez minutos finais. O norte-americano ficou na frente do placar, e o sul-africano necessitava de 5.67 pontos.

Na necessidade de 4.07 pontos para vencer, Ethan fez o uso da prioridade quando restavam 7 minutos. O australiano executou cinco manobras. Ele começou com uma rasgada alongada e veloz, depois bateu sem muita expressão, executou um cutback, um snap potente e finalizou a performance com um reverse. Com a nota 7.87 ele deixou Kelly (9.30) e Matthew (8.87) na necessidade de notas no critério excelente. Matthew ainda tentou extrapolar, mas errou logo no início da apresentação. Kelly ainda trocou de nota (5.53) e terminou a bateria em segundo lugar. Ele e Matthew caíram para a repescagem.


Surf City El Salvador Pro 2023
Round 1 Masculino

1 Ethan Ewing (AUS) 15.37 x Kelly Slater (EUA) 11.60 x Matthew McGilivray (AFR) 11.17

2 Filipe Toledo (BRA) x Caio Ibelli (BRA) x Ian Gentil (HAV)

3 João Chianca (BRA) x Jordy Smith (AFR) x Seth Moniz (HAV)

4 Griffin Colapinto (EUA) x Callum Robson (AUS) x Bryan Perez (ELS)

5 Jack Robinson (AUS) x Connor O’Leary (AUS) x Rio Waida (IDN)

6 Gabriel Medina (BRA) x Italo Ferreira (BRA) x Liam O’Brien (AUS)

7 John John Florence (HAV) x Leonardo Fioravanti (ITA) x Barron Mamiya (HAV)

8 Ryan Callinan (AUS) x Yago Dora (BRA) x Kanoa Igarashi (JAP)

Round 1 Feminino

1 Caroline Marks (EUA) x Caitlin Simmers (EUA) x Gabriela Bryan (HAV)

2 Carissa Moore (HAV) x Lakey Peterson (EUA) x Leilani McGonagle (CRI)

3 Tyler Wright (AUS) x Stephanie Gilmore (AUS) x Johanne Defay (FRA)

4 Molly Picklum (AUS) x Tatiana Weston-Webb (BRA) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.