Rip Curl Padang Padang

Renovação de talentos na Indonésia

Rip Curl Padang Padang exibe tubos perfeitos em Bali. Competição reúne locais e convidados.

O Rip Curl Padang Padang é uma das competições internacionais de surfe mais prestigiadas do mundo, realizada na icônica praia de Padang Padang, em Bali, Indonésia.

Conhecida por suas ondas tubulares quebrando sobre um recife afiado, a prova reúne a elite do surfe indonésio e mundial para uma disputa de altíssimo nível, onde técnica e coragem andam lado a lado.

A edição de 2025 foi marcada por uma impressionante renovação de talentos. Os jovens surfistas Westen Hirst (de Lakey Peak) e Jasmine Studer (de Kuta), ambos com apenas 16 anos, conquistaram os títulos masculino e feminino, respectivamente.

Hirst brilhou na final com um tubo duplo avaliado em 9,9 e uma nota 7,33 decisiva nos minutos finais, totalizando 18,57. No feminino, Studer dominou com um tubo perfeito 10 e outra nota alta de 8,17, encerrando com 18,17.

O pódio masculino teve ainda Tosh Tudor (EUA) em segundo lugar, somando 14,97, e Ketut Agus (INA) em terceiro, com 13,70, após impressionar com tubos fortes de até 9,8 durante o evento.

No feminino, a australiana Willow Hardy foi vice-campeã com 17,33, seguida por Kya Heuer (INA) com 13,27 e Ziggy McKenzie (AUS) com 10,00.

Com ondas perfeitas de até 2,5 metros e tubos cristalinos, a atmosfera do evento foi única, reunindo nomes como Mason Ho, Ivan Florence, Tosh Tudor e Balaram Stack ao lado dos melhores talentos locais.

Abaixo evento completo

Do primeiro drop à saída da caverna, cada onda foi uma obra-prima esculpida pelo oceano, mantendo viva a mística de Padang Padang como palco de alguns dos momentos mais memoráveis do surfe mundial.

Masculino

1 Westen Hirst (IND) – 18,57
2 Tosh Tudor (EUA) – 14,97
3 Ketut Agus (IND) – 13,70

Feminino

1 Jasmine Studer (IND) – 18,17
2 Willow Hardy (AUS) – 17,33
3  Kya Heuer (IND) – 13,27
4 Ziggy McKenzie (AUS) – 10,00

Vale o drop!

Fontes Rip Curl Ci Shoot

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)