Rio Pro 2024

Tati para nas semis

Tati Weston-Webb não compete bem, é eliminada pela norte-americana Sawyer Lindblad e fica com terceiro lugar no Rio Pro 2024.

A brasileira Tatiana Weston-Webb voltou para o mar pelas semifinais do feminino contra a norte-americana Sawyer Lindblad nesta sexta-feira (28) em Itaúna, Saquarema (RJ). Em período de melhora do mar, Tati não conseguiu render e parou em terceiro lugar no Rio Pro 2024.

Mesmo com acentuada melhora nas condições, a bateria ficou devagar nos primeiros 10 minutos. As duas atletas fizeram notas baixas, com a Sawyer liderando com poucos pontos. A norte-americana fez 2.17 e Tati conseguiu 1.00 e 1.43.

Lindblad conseguiu melhorar a nota depois de pegar uma boa onda para esquerda, onde aplicou uma única batida, mas suficiente para tirar 4.67 e seguir liderando. Sawyer se mostrou mais ativa, pegou uma esquerda menor, mas com boa formação, executou duas rasgadas e foi para a junção. Os juízes deram 4.27.

Nessa altura do duelo, faltando 12 minutos para o fim, Tati precisava de 7.51 pontos para assumir a ponta da bateria e avançar à final. Weston-Webb foi em busca da virada, achou uma esquerda, mas não foi bem, caindo na junção. Em seguida, Tati melhor um pouco a pontuação, conseguindo 2.73.

Com menos de 2 minutos para terminar, Tati buscava 6.21 pontos para virar a bateria. Mas as ondas não vieram. Weston-Webb fica no terceiro lugar geral. Placar final: 8.94 para Sawyer Lindblad contra 4.16 de Tati Weston-Webb.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)