Rio Pro 2024

Gabriel volta para casa

Gabriel Medina perde para norte-americano Griffin Colapinto em bateria com pouca inspiração e termina Rio Pro 2024 na quinta colocação.

Outro brasileiro na fase das quartas de final masculino do Rio Pro 2024, Gabriel Medina e não aproveitou as oportunidades no mar de 2 metros do Point de Itaúna, Saquarema (RJ), e foi derrotado pelo norte-americano Griffin Colapinto na bateria 2.

Gabriel foi o primeiro a pegar onda no duelo, mas com pouco potencial e iniciou com apenas 3.33. Griffin não perdeu tempo, pegou uma direita da série para acertar um layback na junção e os juízes entenderam que a performance mereceu 6.00 pontos. Medina tentou melhorar a segunda nota, achou uma esquerda que aparentava boas condições, mandou duas rasgadas e a onda encheu, adicionando apenas 2.90.

Griffin ficou na liderança boa parte da bateria, mesmo com apenas duas ondas surfadas. Medina usou uma das suas principais características para tentar a virada, que é pegar bastante onda. Ao todo, na metade do embate, Gabriel tinha oito ondas computadas, mas com as duas melhores notas baixas.

O norte-americano adotou a estratégia de escolher mais as ondas e conseguiu adicionar 3.93. Mesmo sendo uma nota considerada baixa, Griffin deixou Gabriel precisando de 6.60 pontos para virar.

Com menos de 4 minutos para o fim, Gabriel foi numa série para direita, encaixou duas batidas e voltou para o jogo, alterando sua menor nota (2.90) por 4.67. Depois da direita, Medina, com a prioridade, vai para uma esquerda, largou uma batida e finaliza despencando. Nessa altura a buzina já havia tocado e Gabriel precisava de 5.41 para a virada. Com tensão, os juízes dão apenas 4.77 e não consegue avançar às semis.

Placar final: 10.07 de Griffin Colapinto contra 9.44 de Gabriel Medina.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.