Longboard Classic

Chloé nas oitavas

Campeã das duas etapas iniciais do circuito mundial de Longboard de 2019, Chloé Calmon avança para as oitavas de final e é a única brasileira viva na competição.

O sábado foi de muitas baixas para o Brasil no Longboard Classic New York, terceira e penúltima etapa do circuito mundial da categoria em 2019, mas a atual líder do circuito feminino segue viva. Chloé Calmon estreou hoje e venceu, escrevendo seu nome nas oitavas de final. A australiana Emily Lethbridge é a próxima adversária da carioca.

Nas ondas de Long Beach, em Nova Iorque (EUA), Chloé conquistou as notas 6.67 e 6.33 para superar a havaiana Sally Cohen (2ª) e a japonesa Natsumi Taoka (3ª) na quarta bateria da terceira fase. Chloé é a atual líder do ranking, com duas vitórias nas duas etapas já realizadas no ano.

As outras brasileiras foram eliminadas. Atalanta Batista e Monique Pontes passaram pela segunda fase, mas no round 3 se despediram da prova.

A melhor menina no dia foi a havaiana Kelis Kaleopaa, autora da maior nota (7.17) e da maior média (13.34) entre elas.

Masculino – Entres os homens, os brasileiros Jefson Silva e Rodrigo Sphaier passaram pela terceira fase, esse último como o maior somatório do round: 14.67. Já Wenderson Biludo, Eduardo Bagé, Carlos Bahia e Gabriel Nascimento foram eliminados. Pelo Brasil ainda resta estrear o bicampeão mundial Phil Rajzman, que está escalado na sexta bateria da fase 4.

Quem fez mais bonito neste sábado no Longboard Classic New York foi o havaiano Kaniela Stewart, autor da maior nota (9.43) e da maior média (17.83) da competição até o momento.

https://www.instagram.com/p/B2H8OWWJQtR/

Próxima chamada – A próxima chamada para o Longboard Classic New York acontece neste domingo, às 7:30 no horário de Brasília.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)