Leticia Canales

Positivo para Covid-19

Principal atleta da Espanha no QS, Leticia Canales testa positivo para o novo coronavírus.

Oito vezes campeã nacional e uma das principais atletas do Qualifying Series, a espanhola Leticia Canales anunciou em seu perfil no Instagram que testou positivo para a Covid-19.

Leticia era uma das inscritas no Galicia Classic Surf Pro, evento que vai reunir alguns dos principais surfistas da Europa a partir desta segunda-feira (17) na Espanha.

Mas, antes mesmo de saber o resultado, a atleta já havia cancelado a sua participação devido a uma pequena cirurgia para corrigir dores no quadril.

No entanto, no último sábado (15), Leticia recebeu uma ligação confirmando que o resultado do exame PCR, realizado no dia anterior, havia sido positivo. Assim, ela também precisou adiar a operação.

“Isso me pegou totalmente de surpresa, pois sou assintomática, me sinto bem e tenho um cuidado especial para evitar o vírus. Além do mais, muitas vezes tive que lembrar as pessoas sobre a importância de manter distância e usar a máscara”, conta Leticia.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por LETI CANALES (@letscanales) em

“Eu estava 100% focada na minha operação e em me recuperar o mais rápido possível para continuar meus objetivos esportivos: lutar por uma vaga nas Olimpíadas de Tóquio 2020 e tentar me classificar para o Championship Tour. De repente, tive que adiar meus planos para cumprir a quarentena”, completa.

No mês de março, Canales havia alcançado o melhor resultado da história do surfe feminino espanhol, um terceiro lugar no Challenger Series em Sydney, Austrália. Ela ocupava a décima posição do QS quando a temporada foi interrompida pela WSL devido ao novo coronavírus.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)