
Os desafios dos esportes de ação ganharam uma nova plataforma há pouco mais de 45 dias, que veio para transformar a forma como atletas e amantes de esportes se conectam, competem e evoluem. O Dare é um aplicativo que une o mundo digital e físico por meio da realidade aumentada, blockchain (tecnologia usada para rastrear o desempenho dos surfistas, para análise e avaliação) e torneios geolocalizados. Inicialmente os desafios são para surfe e skate.
O carioca Phil Rajzman, tricampeão mundial de longboard, venceu em agosto o Challenge Hang Five com uma onda surfada durante um swell em Geribá, Búzios (RJ), praia onde reside quando está no Brasil, e foi um dos destaques do aplicativo.
“É muito comum a gente ver manobras clássicas em ondas pequenas. Então optei por escolher uma onda pesada em Geribá e chamar atenção para fazer um Hang Five em uma onda bem grande. Acho que isso fez a diferença. Fiquei felizão em ter vencido e, ainda, em uma onda surfada em frente de casa”, explica Rajzman.
O Brasil foi o primeiro país a sediar as competições do Dare, o que reforça o reconhecimento da missão de criar uma nova era de desafios justos, envolventes e baseados no desempenho do usuário. “Nosso grande legado é estreitar barreiras, a galera e as marcas gastam muita grana com logística e infraestrutura. O palco digital reduz esse custo e gera muita oportunidade para ambos os mundos”, enfatiza Felipe Caetano, sócio-fundador do Dare.
Atleta da elite mundial por 25 temporadas, Rajzman é um dos embaixadores do Dare no país e explica o que achou da plataforma. “Na minha vida de atleta e como filho de atletas olímpicos sempre busquei o fair play e a justiça. No surfe, por ser um esporte muito subjetivo, acabamos vivenciando situações adversas e se não fosse o amor ao esporte, a gente acaba se desmotivando”, destaca. “No Dare os critérios de avaliação e as visualizações nos desafios são muito democráticas, independentemente da quantidade de seguidores, popularidade, se é surfista profissional ou não. Achei bem interessante também por ajudar o julgamento dos esportes evoluir, ter cada vez menos injustiças e trazer a vitória para quem realmente merece”, completa o tricampeão mundial.
“Ter o Phil com a gente é mais do que uma parceria, é uma conexão direta com a essência do surfe e representa o longboard de performance, mas também carrega a base do que é iniciar no surfe com alma, respeito e técnica. Ele tem essa habilidade rara de conversar tanto com quem já compete quanto com quem está começando”, afirma Felipe. “E isso está 100% alinhado com o que o Dare acredita: o esporte como ferramenta de evolução pessoal e coletiva. É dar o recado de que estamos aqui para apoiar, ensinar e crescer juntos — com os pés na areia e o olhar no futuro”, completa.
Como funciona – No Dare os usuários participam de batalhas de vídeo em desafios patrocinados, onde a habilidade vale mais do que a popularidade. Cada vídeo é votado pela comunidade em duelos 1×1, promovendo a valorização do talento real. Além disso, o aplicativo cria uma ponte entre o esporte e a tecnologia, usa realidade aumentada, geolocalização e um sistema de desafios que estimula o crescimento pessoal. O objetivo é criar um ambiente justo, acessível e motivador para quem ama competir, aprender e estar em contato com a natureza. A aplicativo está disponível para sistemas operacionais iOS e Android.
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