Uriel Sposaro

Talento de bico branco

Com resultados expressivos, Uriel Sposaro comemora ano produtivo mesmo em meio à pandemia.

Atleta da nova geração, o catarinense Uriel Sposaro faturou no início de julho o Layback Classic Bico Branco, campeonato virtual organizado para surfistas sem patrocínio.

Em votação realizada pelo Instagram, Uriel superou atletas de alto nível como Weslley Dantas (2º), Lucas Silveira (3º) e Victor Bernardo (4º) na grande final.

Além deste título, Uriel já havia alcançado em março um terceiro lugar no SLO CAL Open, evento de 1.000 pontos do Qualifying Series realizado em Morro Bay, Califórnia (EUA).

“Mesmo com esse momento difícil de pandemia, acredito que estou tendo um ano positivo”, conta Uriel, que em 2018 sagrou-se campeão catarinense profissional.

Filho de argentinos, mas nascido e criado na Barra da Lagoa, Florianópolis (SC), Uriel é treinado por Rubens Muniz, pai do ex-Top da elite Alejo Muniz.

“Foi muito legal vencer um evento virtual como o Bico Branco”, conta Uriel. “Mas o campeonato começou muito forte e acabei usando as minhas melhores ondas nas primeiras baterias”, revela.

“Quando cheguei à final, estava sem nenhum layback para enviar, então liguei para um amigo filmmaker e conseguimos registrar tudo em menos de 24 horas, mesmo com o mar difícil e vento maral”, detalha Sposaro, que também tem no currículo títulos como o Hang Loose Surf Attack.

“Agora que as competições pararam, estou aproveitando para focar muito mais nos treinos e na minha evolução”, completa Uriel, que tem como preparador físico Alexandre Colin e coach técnico Alencar Volpatto.

Para acompanhar a rotina do atleta, siga o perfil @urielsposaro no Instagram.

https://www.instagram.com/p/B9X0CM6n1UJ/

https://www.instagram.com/p/CB8R20UgKr6/

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)