Tahiti Pro 2023

Chamada marcada às 14h

Janela do Tahiti Pro 2023 abre nesta sexta-feira (11). Primeira chamada está marcada para 14h (de Brasília).

A décima e última etapa da fase classificatória do CT 2023 pode começar já nesta sexta-feira (11). A primeira chamada para o Tahiti Pro 2023 está marcada para às 14h (de Brasília). Seis brasileiros participam da competição, que acontece nas esquerdas tubulares de Teahupoo.

A previsão indica ondas entre 4 e 6 pés para o primeiro dia da janela, que vai até 20 de agosto. O vento esperado é terral.

Clique aqui para ver a previsão das ondas
Como assistir ao vivo – O Tahiti Pro 2023 será transmitido ao vivo pelo site WorldSurfLeague.com, além do Aplicativo e do Canal da WSL no YouTube. No Brasil, todas as etapas do CT também serão transmitidas ao vivo nos canais SporTV (por assinatura) e no Globoplay (plataforma de streaming).

Brasileiros – O Brasil participa da etapa com seis surfistas, sendo cinco homens e uma mulher. Filipe Toledo compete como líder do ranking. Ele estreia na quarta bateria contra o australiano Liam O’Brien e o vencedor da triagem, o taitiano Mihimana Braye.

Tahiti Pro 2023
Round 1 Masculino

1 Yago Dora (BRA) x Ian Gentil (HAV) x Kelly Slater (EUA)

2 João Chianca (BRA) x Jordy Smith (AFR) x Kauli Vaast (FRA)

3 Griffin Colapinto (EUA) x Caio Ibelli (BRA) x Mihimana Braye (TAH)

4 Filipe Toledo (BRA) x Liam O’Brien (AUS) x Matahi Drollet (TAH)

5 Gabriel Medina (BRA) x Barron Mamiya (HAV) x Seth Moniz (HAV)

6 John John Florence (HAV) x Kanoa Igarashi (JAP) x Rio Waida (IDN)

7 Jack Robinson (AUS) x Connor O’Leary (AUS) x Callum Robson (AUS)

8 Leonardo Fioravanti (ITA) x Ryan Callinan (AUS) x Matthew McGillivray (AFR)

Round 1 Feminino

1 Molly Picklum (AUS) x Caitlin Simmers (EUA) x Gabriela Bryan (HAV)

2 Carissa Moore (HAV) x Tatiana Weston-Webb (BRA) x Aelan Vaast (FRA)

3 Tyler Wright (AUS) x Stephanie Gilmore (AUS) x Vahine Fierro (FRA)

4 Caroline Marks (EUA) x Lakey Peterson (EUA) x Johanne Defay (FRA)

Ranking Masculino do CT 2023 após a etapa de Jeffreys Bay
1 Filipe Toledo (BRA) 54.980

2 Ethan Ewing (AUS) 47.815

3 Griffin Colapinto (EUA) 47.540

4 João Chianca (BRA) 42.960
5 Yago Dora (BRA) 36.865
6 Gabriel Medina (BRA) 35.440

7 John John Florence (HAV) 34.290

8 Jack Robinson (AUS) 33.950

9 Leonardo Fioravanti (ITA) 31.900

10 Ryan Callinan (AUS) 31.815

11 Connor O’Leary (AUS) 29.705

12 Italo Ferreira (BRA) 28.485

13 Kanoa Igarshi (JAP) 26.770

14 Barron Mamiya (HAV) 24.865

15 Ian Gentil (HAV) 24.780

16 Jordy Smith (AFR) 24.005

17 Caio Ibelli (BRA) 22.790

17 Liam O’Brien (AUS) 22.790

19 Matthew McGillivray (AFR) 21.450

20 Callum Robson (AUS) 21.365

21 Rio Waida (IDN) 18.960

22 Seth Moniz (HAV) 17.535

23 Kelly Slater (EUA) 13.555

Ranking Feminino do CT 2023 após a etapa de Jeffreys Bay

1 Carissa Moore (HAV) 54.745

2 Tyler Wright (AUS) 55.980

3 Caroline Marks (EUA) 49.870

4 Molly Picklum (AUS) 49.325

5 Caitlin Simmers (EUA) 41.270

6 Lakey Peterson (EUA) 38.150

7 Stephanie Gilmore (AUS) 36.370

8 Tatiana Weston-Webb (BRA) 34.235

9 Gabriela Bryan (HAV) 32.895

10 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 30.760

11 Johanne Defay (FRA) 18.320

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)