Surf Ranch Pro

Rancho pega fogo

Filipe Toledo anota 9.80 e Gabriel Medina assume a liderança provisória da fase final do Surf Ranch Pro na Califórnia (EUA). Tops têm só mais uma chance.

A segunda rodada do Surf Ranch Pro foi eletrizante e os brasileiros e Gabriel Medina esquentaram a briga pelo título do evento na piscina artificial de Lemoore, Califórnia (EUA).

Clique aqui para ver ao vivo

Depois de errar em mais uma esquerda, o atual líder do Tour voou três vezes na direita, com direito a um alley opp gigante no final, para anotar a maior nota do evento até agora, 9.80.

Mas, com apenas 6.80 na esquerda, Toledo perdeu a liderança para Medina, que tirou um kerrupt da cartola de 8.73 na esquerda e pulou para a liderança, com 17.26 no total.

Já Miguel Pupo continua na briga ao descolar dois tubos na esquerda e cravar 8.13. O wildcard precisa melhorar bastante a nota de backside na direita se quiser levantar a taça.

Cada atleta poderá surfar mais uma esquerda e uma direita neste domingo. As duas melhores notas – uma de frontside e outra de backside – contam para o somatório final.

A próxima chamada no masculino acontece às 17:45 horas (de Brasília).

Surf Ranch Pro 2018
Resultado parcial (ainda falta mais uma tentativa)
Masculino
1 Gabriel Medina (BRA) – 17.26
2 Filipe Toledo (BRA) – 16.63
3 Kelly Slater (EUA) – 14.60
4 Sebastian Zietz (HAV)– 13.40
5 Kanoa Igarashi (JPO) – 13.00
6 Miguel Pupo (BRA) –12.96
7 Owen Wright (AUS) – 12.53
8 Julian Wilson (AUS) – 8.46

Surf Ranch Pro 2018
Horário de entrada no domingo (terceira tentativa)

1 Sebastian Zietz (HAV)  – 17h46
2 Miguel Pupo (BRA) – 17h54
3 Kelly Slater (EUA) – 18h02
4 Owen Wright (AUS) – 18h10
5 Filipe Toledo (BRA) – 18h18
6 Kanoa Igarashi (JPN) – 18h26
7 Julian Wilson (AUS) – 18h34
8 Gabriel Medina (BRA) – 18h42

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)