Oi Rio Pro

Triagens definidas

Federação do Rio de Janeiro divulga integrantes das triagens do Oi Rio Pro em Saquarema.

A etapa brasileira do Championship Tour, o Oi Rio Pro 2018, terá início oficialmente na sexta-feira (11/5), mas, na véspera, acontecem as triagens da prova. As disputas definirão os últimos brasileiros que vão competir contra os melhores surfistas do mundo nas categorias masculina e feminina.

As triagens serão organizadas pela Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), em parceria com a Associação de Surf de Saquarema (ASS) e com supervisão da World Surf League (WSL), e irão definir duas vagas de convidados (wildcard) na etapa brasileira. Essa competição especial está prevista para começar às 9 horas da quinta-feira (10/5), em frente ao palco principal na praia de Itaúna, em Saquarema. Serão duas baterias compostas por quatro atletas e com 35 minutos de duração cada uma.

De acordo com as regras estabelecidas pela FESERJ logo depois da etapa do ano passado, os integrantes das triagens deste ano serão o brasileiro melhor colocado no ranking do QS na véspera da etapa; os campeões brasileiros de surfe profissional da ABRASP em 2017; os campeões de surfe profissional da FESERJ 2017 e um atleta local indicado pela ASS.

Na categoria feminina, as atletas que se credenciaram para a triagem deste ano foram a catarinense Tainá Hinckel (pelo QS), a ubatubense Luana Coutinho (pela ABRASP), a saquaremense Kayane Reis (pela FESERJ) e a vencedora da triagem local realizada pela ASS (a ser disputada entre a vice-campeã carioca profissional de 2017, Taís de Almeida, e a campeã carioca amadora de 2017, Carol Bonelli).

Na categoria masculina, os trialistas serão o catarinense Alejo Muniz (pelo QS), o paulista Thiago Camarão (pela ABRASP), o buziano Eduardo Fernandes (pela FESERJ) e o carioca Leo Neves (pela ASS). Caso o Alejo receba um wildcard da WSL por ser o atual líder do QS, entrando direto no evento principal, ele será substituído pelo segundo brasileiro mais bem colocado no QS, o paulista Deivid Silva.

Vale lembrar que, no ano passado, o vencedor da triagem masculina promovida pela FESERJ foi o catarinense Yago Dora (credenciado pela sua posição no QS), que levou a bandeira brasileira para o pódio, ficando em 3º lugar na competição, derrotando durante a sua trajetória o havaiano John John Florence e o brasileiro Gabriel Medina, que mais tarde se consagrariam campeão e vice-campeão da temporada 2017, respectivamente.

Fica a torcida para que os wildcards de 2018 tragam novamente muitas alegrias para a torcida brasileira.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)