Qualifying Series

De volta a Nias

Nias volta ao calendário internacional depois de quase 20 anos; Daniel Templar representa o Brasil no QS 1.000.

As ondas de Nias, na Indonésia, estão de volta ao calendário internacional depois de um hiato de quase 20 anos.

Apesar de oferecer apenas 1.000 pontos aos vencedores do QS Masculino e Feminino, o Nias Pro é cercado de muita expectativa.

A última vez que as direita de Lagundri Bay receberam uma prova da WSL (na época ASP) foi em 2000, com o The Deep Jungle Open reunindo nomes como Joel Parkinson, Travis Logie, Mick Fanning, Michael Picon e Kieren Perrow. A etapa foi vencida pelo australiano Sasha Stocker.

A primeira fase do Nias Pro já foi disputada e as ondas quebraram com até 2 metros. O maior somatório foi obtido por Herbert Wau logo na primeira bateria do dia, com 12.35 pontos.

O Brasil será representado pelo jovem Daniel Templar, de Saquarema (RJ), que estreia na segunda fase contra Hinata Aizawa, Darma Outra e Marselinus Wau.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)