Open J-Bay

Beyrick encara os Tops

Beyrick De Vries garante wildcard no Open J-Bay com ótima campanha no Ballito Pro.

Conforme adiantou o Waves na reportagem intitulada “Mudança nas baterias“, o melhor sul-africano no ranking do Qualifying Series depois do Ballito Pro tem vaga garantida no Open J-Bay, sexta etapa do Championship Tour 2019.

O QS 10.000 ainda está em andamento em Ballito, mas ninguém pode mais ultrapassar Beyrick De Vries, melhor sul-africano na etapa. Depois de chegar ao evento atrás de Adin Masencamp, Matthew McGillivray e Dylan Lightfoot, ele viu os compatriotas caírem prematuramente e não desperdiçou a oportunidade.

Neste sábado, De Vries precisava passar apenas mais uma bateria para garantir um dos três wildcards no Open J-Bay. Se fosse eliminado, a vaga ficaria com Adin Masencamp. A classificação foi dramática, com Beyrick De Vries sendo beneficiado por uma interferência do australiano Jordan Lawler, autor da melhor nota da bateria que teve Jack Freestone em primeiro e De Vries em segundo.

Dois nomes completam os wildcards do Open J-Bay. Um deles será o vencedor da triagem local. Outros será selecionado pela WSL.

Open J-Bay 2019
Primeira fase

1 Gabriel Medina (BRA), Joan Duru (FRA) e Frederico Morais (POR)
2 Italo Ferreira (BRA), Peterson Crisanto (BRA) e Soli Bailey (AUS)
3 Kanoa Igarashi (JAP) Jessé Mendes (BRA) e Adriano de Souza (BRA)
4 Jordy Smith (AFR), Caio Ibelli (BRA) e wildcard
5 Kolohe Andino (EUA), Yago Dora (BRA) e wildcard
6 Filipe Toledo (BRA), Adrian Buchan (AUS) e wildcard
7 Julian Wilson (AUS), Deivid Silva (BRA) e Jadson André (BRA)
8 Conner Coffin (EUA), Willian Cardoso (BRA) e Ezekiel Lau (HAV)
9 Ryan Callinan (AUS), Michael Rodrigues (BRA) e Ricardo Christie (NZL)
10 Kelly Slater (EUA), Jeremy Flores (FRA) e Sebastian Zietz (HAV)
11 Michel Bourez (PLF), Owen Wright (AUS) e Jack Freestone (AUS)
12 Wade Carmichael (AUS), Seth Moniz (HAV) e Griffin Colapinto (EUA)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)