ISA

Erin Brooks perde vaga no Pan

Esperança de medalha nas Olimpíadas, Erin Brooks perde vaga para Jogos Pan-americanos 2023. ISA garante suas medalhas e retira pontos da equipe canadense.

Após problemas burocráticos com a cidadania e ser banida da equipa canadense da International Surfing Association (ISA), a jovem Erin Brooks perdeu sua vaga nos jogos Pan-Americanos 2023 em Santiago, Chile. Em comunicado feito pela ISA na última semana, o Comitê Executivo (CE) da entidade retirou os pontos conquistados peloi Canadá nos jogos.

Segundo a ISA, Brooks poderá ficar com as medalhas e títulos que conquistou individualmente. Qualquer conquista com a equipe canadense será anulada.

Confira a nota:

  • A CE concluiu – Uma desqualificação retroativa de todos os resultados individuais da Brooks não é garantida, pois nenhuma aplicação análoga das regras relevantes das Regras da ISA pode ser feita no presente caso: Brooks não obteve nenhuma vantagem indevida em nenhuma competição realizada.
  • Uma vez que a Equipe Canadá recebeu pontos de classificação de equipe devido a participação da atleta para o Canadá, as regras de desqualificação são garantidas e, portanto, os pontos originalmente ganhos pela Brooks para a Equipe Canadá.

Com base nessas conclusões, e para esclarecer melhor, Brooks poderá continuar com quaisquer medalhas e classificações conquistadas individualmente em eventos ISA ou da Associação Pan-americana de Surf (PASA); no entanto, qualquer coisa que ela tenha conquistado em benefício do Canadá será eliminada.
Como resultado, seus lugares e medalhas individuais permanecerão, porém seus pontos de equipe serão removidos. A ISA está revisando o impacto desta decisão nos resultados das equipes nos eventos em que Brooks competiu e publicará em breve as classificações atualizadas.
Além disso, e após mais consultas com o conselho jurídico, o CE decidiu que a vaga de Brooks será transferida para a próxima surfista com melhor classificação nas Américas. O mesmo acontecerá com a vaga que conquistou para o Canadá no ANOC World Beach Games.
Dadas as circunstâncias e dado que este erro não foi de responsabilidade individual da atleta, a ISA acredita que esta não é apenas a decisão legalmente correta, mas também uma solução positiva para todas as partes envolvidas, o que garante um resultado justo e transparente. 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)