Quiksilver Pro

Brazucas dominam repescagem

Brazucas avançam em peso à terceira fase do Quiksilver Pro France; Tomas Hermes leva virada polêmica na última onda e sai da água na bronca com os juízes.

A repescagem do Quiksilver Pro France foi concluída nesta quarta-feira, em Hossegor.

Os brasileiros arrepiaram na costa francesa e avançaram em peso, com Wiggolly Dantas, Willian Cardoso, Ian Gouveia, Michael Rodrigues e Yago Dora vencendo suas respectivas baterias.

As únicas baixas foram Miguel Pupo, Jessé Mendes e Tomas Hermes, que levou uma virada polêmica do havaiano Ezekiel Lau no último minuto da bateria.

Wiggolly foi o primeiro a entrar em ação e derrotou o australiano Wade Carmichael em um duelo sem muitas emoções que terminou com o placar de 10.00 a 6.83.

Na sétima bateria, Willian Cardoso comandou as ações contra Miguel Pupo e levou a melhor com notas 6.67 e 6.77, contra apenas 1.00 e 2.60 do compatriota.

Em seguida, Ian Gouveia frustrou o público francês ao eliminar o local Jeremy Flores, derrotado por 12.36 a 9.50 pontos.

O nono duelo marcou a eliminação de Jessé Mendes, superado pelo californiano Connor Coffin, autor de 14.00 pontos, contra 11.43 do brazuca.

Na sequência, Michael Rodrigues mandou 6.83 e 7.27 para despachar o sul-africano Michael February, autor de 6.10 e 6.83.

Na penúltima bateria, Tomas Hermes fez uma boa apresentação, usando bem a borda da prancha e botando pressão nos ataques ao lip. O catarinense liderou o placar até o último minuto, quando o havaiano Ezekiel Lau, que precisava de 7.80, pegou um tubo e comemorou bastante desde a saída até o conectar ao inside. Os juízes deram 7.93 ao atleta, para a ira de Tomas, que contestou bastante a nota depois da bateria, dizendo que Ezekiel foi supervalorizado.

Finalizando a repescagem, Yago Dora travou uma dura batalha com o português Frederico Morais e venceu a disputa com 8.00 e 7.77, contra 7.87 e 7.70.

A terceira fase já foi iniciada em Hossegor. Confira ao vivo.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.