Circuito Banco do Brasil

Chumbo é grande atração

Circuito Banco do Brasil 2024 dá a largada no QS 5000 masculino na Praia de Itaúna.
Circuito Banco do Brasil, Saquarema Surf Festival, Praia de Itaúna (RJ).

A Prefeitura de Saquarema apresenta o Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves e a quarta edição do Maior Festival de Surfe da América do Sul começou pela etapa masculina do Qualifying Series com status máximo QS 5000. Uma das atrações da segunda-feira, foi o campeão mundial de ondas gigantes, Lucas Chumbo Chianca, que passou as duas baterias que disputou no primeiro dia. Já os recordistas nas boas ondas da Praia de Itaúna, foram Wallace Vasco e João Ferreira. Foram realizadas 16 baterias na segunda-feira e o QS 5000 masculino continua na terça-feira, a partir das 8 horas, ao vivo da Capital Nacional do Surf pelo site da World Surf League.

Uma triagem com surfistas do Rio de Janeiro promovida pelo Circuito Banco do Brasil de Surfe, classificou os últimos e as últimas participantes do QS 5000 do Saquarema Surf Festival. Na categoria masculina, as vagas ficaram com Caio Knappi e Theo Fresia.

Na feminina, as duas melhores foram Laiz Costa e Leticia Calleia. O niteroiense Caio Knappi disputou cinco baterias na segunda-feira, três pela triagem e depois venceu mais duas, na primeira e na segunda fase do QS 5000.

“Acho que a pressão é bem maior nas primeiras baterias”, disse Caio Knappi, após a vitória sobre Leo Andrade, Igor Shibata e Lucas Di Giorge, na segunda fase do Saquarema Surf Festival.

“Depois que passa a primeira, a gente vai ficando mais calmo, mas mais cansado também. Estou morto aqui agora, porque essa bateria foi intensa, deu muita onda. O mar melhorou bastante e agora é descansar um pouco pra amanhã. Graças a Deus, estou aí no segundo dia do campeonato”, completa.

Chumbo foi um dos grandes destaques do primeiro dia. Ele estreou na primeira bateria da segunda fase e avançou em segundo lugar no confronto vencido pelo alagoano Amando Tenorio.

Lucas participou das três primeiras edições do Saquarema Surf Festival e no ano passado conseguiu o melhor resultado, décimo terceiro lugar na quinta fase, quando perdeu para dois surfistas que vão disputar vagas para o CT no Challenger Series esse ano, Cauã Costa e Rafael Teixeira.

“Campeonato no quintal de casa é sempre bom e eu adoro esse feeling de competição”, disse Lucas Chianca.

“É aqui que eu treino quando as ondas estão grandes e é bom ficar no rip de bateria, sem falar que eu adoro também dar uma impregnada na galera da marola (risos). O mar está um pouco devagar ainda, acho que o swell (ondulação) está chegando e o período tá alto para o tamanho da ondulação. Mas, deve dar um bombada mais tarde. Graças a Deus eu passei e vamos pra próxima”, ressalta.

Chumbo também falou sobre o seu irmão mais jovem, João Chianca, que se inscreveu no Saquarema Surf Festival, mas cancelou sua participação seguindo orientações médicas, de prosseguir o tratamento para a recuperação total do acidente sofrido em Pipeline: “Graças a Deus, ele está bem, 100% de novo. Já está focado nos treinos e a meta é as Olimpíadas no Taiti, então vamo que vamo”.

Melhores do dia

Lucas voltou a competir no fim de tarde da segunda-feira, quando as ondas já estavam melhores na Praia de Itaúna. Novamente se classificou em segundo lugar, com o jovem catarinense Wallace Vasco fazendo os recordes do primeiro dia. Ele ganhou a primeira nota excelente – 8,00 – do Saquarema Surf Festival 2024, com uma série de quatro batidas e rasgadas muito fortes de backside, numa direita que abriu a parede até o canal do point de Itaúna.

“É gratificante saber disso, porque é um evento de alto nível, muito especial e estou feliz por ter achado duas ondas bem boas, principalmente a que foi a melhor do evento até agora”, disse Wallace Vasco.

“Certamente, isso dá mais confiança para o restante do campeonato e vamos com tudo pras próximas. A bateria tinha um localzão daqui né, o Lucas Chumbo, deu uma pressão a mais, então só foquei em dar o meu melhor, achar duas ondas boas e estou feliz de ter passado essa bateria”, revela.

Wallace Vasco venceu a bateria por 13,33 pontos, superando os 12,93 que o paulista João Ferreira tinha acabado de atingir na abertura da terceira fase. Era dele também a maior nota – 7,83 – do campeonato até ali. O recorde era o 7,00 do João Lucas Bessy na segunda fase, depois igualado pelo baiano Yage Araujo no penúltimo confronto do dia.

A segunda-feira terminou com as quatro primeiras baterias da terceira fase. As outras doze serão ficaram para abrir a terça-feira.

“Eu tinha feito a estratégia de ficar ali na direitinha do canal, só que as minhas duas primeiras ondas nem foram ali no lugar que eu tava querendo ficar”, contou João Ferreira.

“Foram duas ondas ruins, aí decidi esperar e consegui pegar a boa, soltar o surfe, mas não sabia que tinha sido a maior nota do dia de hoje. No ano passado, eu fiquei no mesmo lugar, fiz duas ondas boas no começo da bateria, mas cometi uma interferência e perdi. Agora tem altas ondas, a previsão é de melhorar ainda mais, então vem mais show de surfe aí”, explica.

Próximas atrações

Terça-feira já começam a entrar as principais estrelas do Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves. Na oitava bateria da terceira fase, a quarta a entrar no mar no segundo dia, estreia o catarinense Alejo Muniz, que já fez parte da elite mundial e vai tentar retornar pelo Challenger Series desse ano. Na disputa seguinte, tem o bicampeão brasileiro Krystian Kymerson e, duas baterias depois, entra outro ex-top da elite da WSL e vencedor de uma etapa do QS em Saquarema, Wiggolly Dantas.

Ainda na terceira fase, compete o catarinense Matheus Navarro, que ganhou a primeira etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe em Torres (RS). Com a vitória, ele lidera o ranking regional da temporada 2024/2025 da WSL South America, que define o campeão sul-americano e classifica 7 surfistas para o Challenger Series, circuito de acesso para a elite do World Surf League (WSL) Championship Tour (CT).

O Saquarema Surf Festival é a única etapa com status QS 5000, que vale a pontuação máxima. Matheus Navarro está escalado na décima quarta das 16 baterias da terceira fase.

Cabeças Chave

Na sequência, serão disputadas as oito primeiras baterias da quarta fase, quando estreiam os 32 cabeças de chave mais bem colocados no ranking da World Surf League. Esta rodada começa com Edgard Groggia e Fabricio Rocha enfrentando dois classificados na segunda-feira, o campeão mundial Lucas Chianca e um dos recordistas do primeiro dia, João Ferreira.

Na quarta bateria, tem o vice-campeão do Circuito Banco do Brasil de Surfe em Torres e vice-líder do ranking sul-americano de 2024/2025, Mateus Sena.

Na quinta, está Valentin Neves, filho do bicampeão brasileiro Leo Neves, homenageado pela 213 Sports no Maior Festival de Surfe da América Latina em Saquarema. A sétima bateria é encabeçada por um ex-top da elite mundial, Peterson Crisanto, e pelo atual campeão sul-americano da categoria Pro Junior, Ryan Kainalo. E na oitava e última da terça-feira, está o vencedor do principal título da América do Sul na temporada 2023/2024 e cabeça de chave número 1 do Saquarema Surf Festival, Mateus Herdy. Ele vai estrear junto com um dos convidados da cidade, Arthur Maximo.

Próximos dias

A programação do Saquarema Surf Festival será definida a cada dia. Para a terça-feira, já foi anunciado que serão realizadas as 12 baterias restantes da terceira fase masculina do QS 5000 e as 8 primeiras da quarta fase.

A segunda metade desta rodada de estreia dos principais cabeças de chave do QS 5000, poderá abrir a quarta-feira. Mas, dependendo das condições do mar, pode ser iniciado o QS 5000 feminino, ou a categoria Pro Junior Sub-20, ou até o Longboard. Certeza mesmo é de que o show de surfe vai prosseguir na Praia de Itaúna até o domingo, quando serão decididos os títulos das seis competições do Maior Festival de Surfe da América do Sul.

A Prefeitura de Saquarema apresenta o Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves com realização da 213 Sports, vertical de esportes da V3A.

O evento licenciado pela WSL Latin America, é válido como segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2024 e acontece com patrocínios do Banco do Brasil, Cerveja Sol, Monster Energy, G-Shock e Verde Campo, apoio de TVB Shorts, Juçai Orgânico e Castelhana Praia Hotel, parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) e Associação de Surf de Saquarema (ASS).

A competição é transmitida ao vivo pelo site oficial da World Surf League e pelo canal da WSL Brasil no YouTube.

Sobre a 213 Sports

Fundada por Pedro Dau de Mesquita, Yuri Binder, Bernardo Montenegro e Marcelo Montenegro, a 213 Sports nasceu em 2012. Em 2021, a agência foi adquirida pela V3A e, desde então, responde como vertical de esportes, que integra o pilar de Ventures da companhia.

Focada em marketing esportivo, a 213 Sports já realizou mais de 70 projetos para marcas globais e locais, impactando mais de 50 milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

A 213 Sports vê o esporte como uma plataforma de engajamento e conexão com forte apelo emocional entre as marcas e consumidores, resultando em uma experiência única de sportainment. Insights estratégicos alinhados com o posicionamento da marca, excelência na execução e resultados mensuráveis com retorno social, sempre que possível, são as bases que sustentam a excelência da 213 Sports.

Responsável por inúmeros cases, a agência se destaca com os projetos: Oi Rio Pro, Sephora Beauty Run, Ceará Kite Pro, WSL House, CamelBak Mountain Race, Casa On Running, Praia Para Todos, Pelé Academia, Saquarema Surf Festival, WTR, Red Bull Pool Clash, SLS Super Crown World Championship, entre outros.

Resultados
Primeira fase 

1.a:  Davi Reina (BRA), Niccolas Padaratz (BRA), Odacir Nonato (BRA)

2.a: Hizunomê Bettero (BRA), Guilherme Luz (BRA), Pedro Dib (BRA), Ian Vaz (BRA)

3.a: João Lucas Bessy (BRA), Alan Donato (BRA), Theo Fresia (BRA), Vitor Valentim (BRA)

4.a: Caio Knappi (BRA), Pedro Henrique (BRA), Lucas Rosario (BRA), Caique Gomes (BRA)

Segunda fase

1.a: Amando Tenorio (BRA), Lucas Chianca (BRA), Davi Reina (BRA), Noah Machado (BRA)

2.a: Yage Araujo (BRA), Guilherme Ferreira (BRA), Niccolas Padaratz (BRA), Gabriel Ljubicic (PER)

3.a: Pedro Martins (BRA), Hizunomê Bettero (BRA), Davi Silva (BRA), Kai Milan-Thomas (EUA)

4.a: Sunny Pires (BRA), Murilo Brandt (BRA), Guilherme Luz (BRA), Bernardo Bordovsky (POL)

5.a: João Lucas Bessy (BRA), Kim Matheus (BRA), Derek Souza (BRA), Junior Lagosta (BRA)

6.a: Mariano Arreyes (ARG), Raul Rios (PER), Walley Guimarães (BRA), Alan Donato (BRA)

7.a: Caio Knappi (BRA), Leo Andrade (BRA), Igor Shibata (BRA), Lucas Di Giorge (BRA)

8.a: Bruno Moraes (BRA), Pedro Henrique (BRA), Noel De La Torre (CHL), Giuliano Arreyes (ARG)

Terceira fase

1.a: João Ferreira (BRA), Felipe Oliveira (BRA), Amando Tenorio (BRA), Luan Ferreyra (BRA)

2.a: Wallace Vasco (BRA), Lucas Chianca (BRA), Luan Wood (BRA), Sean Goldszmidt (PER)

3.a: Yage Araujo (BRA), Franco Radziunas (ARG), Lucas Catapam (BRA), Samuel Joca (BRA)

4.a: Caetano Vargas (BRA), Cauã Gonçalves (BRA), Guilherme Ferreira (BRA), Gabriel Paiva (BRA)

Próximas baterias – Terceira fase

5.a: Philippe Neves (BRA), Gabriel André (BRA), Daniel Matos (BRA), Pedro Martins (BRA)

6.a: Vitor Ferreira (BRA), Douglas Silva (BRA), João Victor Scharnovski (BRA), Hizunomê Bettero (BRA)

7.a: Patrick Plachi (BRA), Hedieferson Junior (BRA), Kainan Meira (BRA), Sunny Pires (BRA)

8.a: Alejo Muniz (BRA), Alex Suarez (ECU), Murillo Coura (BRA), Murilo Brandt (BRA)

9.a: Krystian Kymerson (BRA), Marcos Correa (BRA), Joaquin Del Castillo (PER), João Lucas Bessy (BRA)

10.a: Eric Bahia (BRA), Takeshi Oyama (BRA), Facundo Arreyes (BRA), Kim Matheus (BRA)

11.a: Diego Aguiar (BRA), Magno Pacheco (BRA), Wiggolly Dantas (BRA), Mariano Arreyes (ARG)

12.a: Anderson da Silva (BRA), Thiago Camarão (BRA), Pericles Dimitri (BRA), Raul Rios (PER)

13.a: Luã da Silveira (BRA), Pedro Neves (BRA), Pedro Araujo (BRA), Caio Knappi (BRA)

14.a: Matheus Navarro (BRA), João Artur de Holanda (BRA), Eduardo Motta (BRA), Leo Andrade (BRA)

15.a: Cauet Frazão (BRA), Martin Ottado (URU), Guilherme Carvalho (BRA), Bruno Moraes (BRA)

16.a: Maximiliano Saenz (ECU), Tomas Lopez Moreno (ARG), Yan Sondahl (BRA), Pedro Henrique (BRA)

Quarta fase

1.a: Edgard Groggia (BRA), Fabricio Rocha (BRA), João Ferreira (BRA), Lucas Chianca (BRA)

2.a: Daniel Adisaka (BRA), Igor Moraes (BRA), Wallace Vasco (BRA), Felipe Oliveira (BRA)

3.a: Nacho Gundesen (ARG), Fernando Junior (BRA), Yage Araujo (BRA), Cauã Gonçalves (BRA)

4.a: Mateus Sena (BRA), Marco Giorgi (URU), Caetano Vargas (BRA), Franco Radziunas (ARG)
5.a: Valentin Neves (BRA), Samuel Igo (BRA), 1.5, 2.6

6.a: Caio Costa (BRA), Weslley Dantas (BRA), 1.6, 2.5

7.a: Peterson Crisanto (BRA), Ryan Kainalo (BRA), 1.7, 2.8

8.a: Mateus Herdy (BRA), Arthur Maximo (BRA), 1.8, 2.7

9.a: Lucas Silveira (BRA), Daniel Templar (BRA), 1.9, 2.10

10.a: Lukas Camargo (BRA), Alex Ribeiro (BRA), 1.10, 2.9

11.a: José Francisco (BRA), Rickson Falcão (BRA), 1.11, 2.12

12.a: Gabriel Klaussner (BRA), Wesley Leite (BRA), 1.12, 2.11

13.a: Lucas Vicente (BRA), Gustavo Henrique (BRA), 1.13, 2.14

14.a: Rodrigo Saldanha (BRA), Kaue Germano (BRA), 1.14, 2.13

15.a: Alonso Correa (PER), Leo Casal (BRA), 1.15, 2.16

16.a: Rafael Teixeira (BRA), Roberto Araki (CHL), 1.16, 2.15

Primeira fase feminina

1.a: Maya Larripa (MEX), Valeria Ojeda (VNZ), Laiz Costa (BRA), Leticia Calleia (BRA)

Segunda fase feminina

1.a: Tainá Hinckel (BRA), Sol Aguirre (PER), Kayane Reis (BRA), Catalina Zariquiey (PER)

2.a: Melanie Giunta (PER), Kalea Gervasi (PER), Camila Sanday (PER), Rafaella Montesi (CHL)

3.a: Arena Rodriguez Vargas (PER), Silvana Lima (BRA), Sophia Gonçalves (BRA), Sofia Artieda (PER)

4.a: Daniella Rosas (PER), Julia Duarte (BRA), Dominic Barona (ECU), 1.a da primeira fase

5.a: Laura Raupp (BRA), Kemily Sampaio (BRA), Alexia Monteiro (BRA), 2.a da primeira fase

6.a: Juliana dos Santos (BRA), Kiany Hyakutake (BRA), Mariana Areno (BRA), Genesis Garcia (ECU)

7.a: Vera Jarisz (ARG), Yanca Costa (BRA), Taís Almeida (BRA), Pamella Mel (BRA)

8.a: Isabelle Nalu (BRA), Brianna Barthelmess (PER), Yasmin Neves (BRA), Potira Castaman (BRA)

Baterias Pro Junior
Primeira fase

1.a: Gabriel Ljubicic (PER), Gabriel Dantas (BRA), Reimundo Berry (CHL)

2.a: João Victor Scharnovski (BRA), Sean Goldszmidt (PER), Caio Okamoto (BRA), Daniel Duarte (BRA)

3.a: Guilherme Fernandes (BRA), Davi Silva (BRA), Benjamin D´Orey (BRA)

4.a: Maximiliano Saenz (EQU), Kai Milan-Thomas (EUA), Lucas Di Giorge (BRA)

5.a: Guilherme Carvalho (BRA), Noah Machado (BRA), Igor Shibata (BRA)

6.a: Eduardo Mulford (BRA), Miguel Ferraz (BRA), David Reina (BRA), Fabricio Jesus (BRA)

7.a: Sunny Pires (BRA), Gabriel Paiva (BRA), Lucas Rosario (BRA)

8.a: Luan Ferreyra (BRA), Kaue Daniel (BRA), Pedro Rian Lima (BRA)

Segunda fase

1.a: Leo Casal (BRA) e Lukas Camargo (BRA)

2.a: Guilherme Lemos (BRA) e Cauet Frazão (BRA)

3.a: Caio Costa (BRA) e Tomas Goransky (ARG)

4.a: Fabricio Rocha (BRA) e João Artur de Holanda (BRA)

5.a: Ryan Kainalo (BRA) e Noel de la Torre (CHL)

6.a: Gabriel Klaussner (BRA) e Rickson Falcão (BRA)

7.a: Samuel Joca (BRA) e Takeshi Oyama (BRA)

8.a: Rodrigo Saldanha (BRA) e Murillo Coura (BRA)

Primeira fase feminina

1.a: Brianna Barthelmess (PER), Kemily Sampaio (BRA), Alexia Monteiro (BRA), Luana Paes (BRA)

2.a: Catalina Zariquiey (PER), Genesis Garcia (EQU), Laiz Costa (BRA), Nina Stein (BRA)

3.a: Rafaella Montesi (CHL), Kiany Hyakutake (BRA), Potira Castaman (BRA), Leticia Calleia (BRA)

4.a: Camila Sanday (PER), Yasmin Neves (BRA), Pamella Mel (BRA), Valeria Ojeda (VNZ)

Segunda fase

1.a: Laura Raupp (BRA) e Allany Tuze (BRA)

2.a: Sofia Artieda (PER) e Arena Rodriguez Vargas (PER)

3.a: Isabelle Nalu (BRA) e Sophia Gonçalves (BRA)

4.a: Kalea Gervasi (PER) e Vera Jarisz (ARG)

Baterias Longboard
Primeira fase masculina

1.a: Matias Maturano (PER), Wenderson Biludo (BRA), Leonardo Esteves Martins (BRA)

2.a: Jeferson Silva (BRA), Alexandre Escobar (BRA), Fabio Santos (BRA)

3.a: Julian Schweiser (URU), Anderson Silva (BRA), Hideki Duarte (BRA)

4.a: Jefson Silva (BRA), Romoaldo Nascimento (BRA), Heriberto Torres Martinez (MEX)

Primeira fase feminina

1.a: Ayllar Cinti (BRA), Rayane Amaral (BRA), Evelyn Gontier (ARG)

2.a: Evelin Neves (BRA), Kate Brandi (BRA), Viviane Skinner (BRA), Gabriela Sztamfater (BRA)

Sobre a World Surf League

A World Surf League (WSL) é a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação.

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    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Chamada nesta sexta (11) às 11h30 (de Brasília). Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.

    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta será palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. A janela começou na última terça-feira (1) e segue até 15 de setembro. Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial. A organização acompanha as previsões e fará o call oficial com 72 horas de antecedência. A expectativa agora está voltada para uma ondulação prevista para chegar no próximo dia 8 de setembro. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito. Tubos e mais tubos Desert Point exige uma combinação bastante específica de ondulação, vento e maré. A longa esquerda quebra sobre uma bancada de coral extremamente rasa e afiada, característica que ajudou a transformar o pico em uma das ondas mais exigentes do planeta. O cenário combina perfeitamente com a proposta do Capítulo Perfeito. Criado em 2012, o evento tem como essência esperar pelas melhores condições possíveis e colocar especialistas em tubos na água. Somente tubos são pontuados. Serão oito convidados divididos em duas baterias de quatro surfistas. As duas primeiras fases não são eliminatórias, portanto todos entram na água duas vezes. Ao final dos dois rounds, os quatro maiores pontuadores avançam diretamente à decisão. Todas as baterias têm duração de 45 minutos. O campeão em Desert Point também garante uma vaga direta no Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. A edição indonésia distribui ainda 10 mil euros em premiação. Dois brasileiros em Desert Point O Brasil já tem dois representantes confirmados. Pedro Calado conquistou sua vaga depois de chegar à final da edição de 2025, em Carcavelos. Ele estará ao lado de Balaram Stack, Cam Richards e Nic von Rupp entre os quatro classificados a partir do resultado do último evento. Von Rupp herdou a vaga de Noah Beschen, que não viajará à Indonésia por compromissos profissionais. O segundo brasileiro é Bruno Santos, anunciado como o primeiro wildcard global. Campeão do Capítulo Perfeito em 2015, Bruninho passa boa parte do ano na Indonésia e acumula enorme experiência em Desert Point. “Para mim, é uma honra enorme receber este convite. Ser um de apenas dois surfistas internacionais convidados torna tudo ainda mais especial. Existe uma ansiedade muito grande, porque é uma novidade e também porque, desde que o evento foi anunciado, muita gente sonhou com esta vaga e procurou esta oportunidade. Tenho um carinho muito grande por Desert Point, dediquei muito tempo da minha vida àquela onda e conheço bem as condições de lá. Estou muito ansioso e, acima de tudo, muito feliz por viver este momento”, comenta Bruninho Santos. Rui Costa vai além ao falar da experiência do brasileiro na bancada. “O Bruno Santos é provavelmente o surfista com mais horas de tubo em Desert Point. Foi campeão do Capítulo Perfeito em 2015 e acompanhou toda a evolução do evento. Para nós, era uma opção lógica”, afirma. Quem será o último convidado? Sete dos oito nomes estão definidos. Além de Pedro Calado, Bruno Santos, Balaram Stack, Cam Richards e Nic Von Rupp, o evento terá os wildcards locais Sulaiman e Usman Trioko. Resta apenas um wildcard global, mantido em segredo pela organização. E os próprios competidores já começaram a fazer suas apostas. Cam Richards e Bruno Santos apontam Tosh Tudor. Balaram Stack aposta em Craig Anderson, enquanto Usman Trioko acredita que será um brasileiro chamado Leandro. Nic von Rupp foi ainda mais longe e escolheu Kelly Slater. A organização divulgou três pistas sobre o convidado: ele é descendente de uma figura lendária do surfe havaiano, aparece no filme PIPELINE (2026), de Peter King, e já foi candidato diversas vezes ao Wave of the Winter (WOTW). O nome será revelado antes do call para o evento. Primeira temporada internacional A passagem por Desert Point faz parte de uma nova fase do Capítulo Perfeito. Pela primeira vez desde sua criação, em 2012, o evento ampliou seu calendário para fora de Portugal em 2026, com Moçambique e Indonésia. Ao longo de sua história, o evento já passou por Supertubos, em Peniche; Praia do Norte, em Nazaré; e Carcavelos, em Cascais. A etapa de Moçambique prevista para este ano não foi realizada porque a ondulação esperada não chegou durante a janela. Agora, todas as atenções estão voltadas para Desert Point. Os surfistas permanecem em stand-by e a organização acompanha o oceano à espera das condições que justificam colocar na água o primeiro evento da história da famosa esquerda de Lombok. Confirmados no Capítulo Perfeito de Desert Point Classificados por Carcavelos 2025 Balaram Stack (EUA)Cam Richards (EUA)Nic von Rupp (POR)Pedro Calado (BRA) Wildcards locais Sulaiman (IND)Usman Trioko (IND) Wildcards globais Bruno Santos (BRA) A definir

    Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado e Bruno Santos; janela vai até 15 de setembro e organização monitora swell previsto para o dia 8.

    Gabriel Medina foi vice-campeão do Fiji Pro 2026, encerrado nesta quinta-feira (3), em Cloudbreak. O tricampeão mundial chegou à decisão depois de uma grande campanha nas ondas pesadas da etapa, mas foi superado pelo norte-americano Cole Houshmand. O resultado marca uma forte recuperação do brasileiro, que vinha de eliminações na primeira fase nas duas etapas anteriores, no Brasil e no Taiti, e agora sobe para a quarta colocação no ranking mundial. A final ganhou emoção na segunda metade. Houshmand abriu vantagem e chegou a 16,87 pontos, deixando Medina em combinação. O brasileiro respondeu com a melhor onda da decisão: entubou com profundidade, acelerou por dentro, atravessou diferentes seções e saiu limpo para receber nota 10. Medina voltou à disputa, mas Houshmand, com a prioridade, controlou os cinco minutos finais e garantiu o terceiro título de sua carreira no Championship Tour. “Sair daquele tubo na final foi a melhor sensação. Eu estava esperando por aquela onda e estou muito feliz por ter conseguido o 10. Me sinto bem por ter chegado à final com o Cole. Ele é um bom amigo e vem surfando muito. Estou muito feliz de estar aqui e feliz pelo Cole também. Hoje foi incrível”, disse Medina. Medina, bicampeão em Fiji, buscava a terceira vitória em sua quarta final no evento. No dia decisivo, marcou 9,33 nas quartas, somou duas notas acima de 9 para chegar a 19,04 pontos na semifinal e fechou a campanha com o 10 na decisão. No feminino, Erin Brooks conquistou o título sem entrar na água na final, depois que Isabella Nichols desistiu da disputa por causa de uma lesão no tornozelo sofrida na semifinal. A canadense de 19 anos, que também venceu no Taiti, chegou ao segundo triunfo consecutivo no CT e à segunda vitória da carreira em Fiji. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por People On Tour (@peopleontour) Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Cole Houshmand (EUA) 10.17 x 4.00 Seth Moniz (HAV)2 – Yago Dora (BRA) 14.40 x 6.83 Kanoa Igarashi (JAP)3 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.33 x 10.43 Morgan Cibilic (AUS)4 – Callum Robson (AUS) 10.50 x 8.77 Jake Marshall (EUA)5 – Connor O’Leary (JAP) 14.33 x 7.27 Italo Ferreira (BRA)6 – Griffin Colapinto (EUA) 14.00 x 12.60 Samuel Pupo (BRA)7 – Kauli Vaast (FRA) 19.07 x 11.17 Miguel Pupo (BRA)8 – Gabriel Medina (BRA) 13.77 x 13.33 Barron Mamiya (HAV) Quartas de final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.13 x 13.27 Yago Dora (BRA)2 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.10 x 10.94 Callum Robson (AUS)3 – Griffin Colapinto (EUA) 13.00 x 10.50 Connor O’Leary (JAP)4 – Gabriel Medina (BRA) 15.66 x 7.33 Kauli Vaast (FRA) Semifinais 1 – Cole Houshmand (EUA) 17.10 x 11.33 Leonardo Fioravanti (ITA)2 – Gabriel Medina (BRA) 19.04 x 14.57 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.87 x 15.17 Gabriel Medina (BRA) Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Yolanda Hopkins (POR) 10.17 x 9.93 Gabriela Bryan (HAV)6 – Isabella Nichols (AUS) 11.60 x 8.93 Nadia Erostarbe (ESP)7 – Brisa Hennessy (CRC) 8.57 x 5.67 Molly Picklum (AUS)8 – Lakey Peterson (EUA) 13.10 x 8.04 Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) 14.34 x 11.00 Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Erin Brooks (CAN) 11.10 x 10.67 Vahine Fierro (FRA)3 – Isabella Nichols (AUS) 9.67 x 6.77 Yolanda Hopkins (POR)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.83 x 7.47 Lakey Peterson (EUA) Semifinais 1 – Erin Brooks (CAN) 11.84 x 9.97 Carissa Moore (HAV)2 – Isabella Nichols (AUS) 10.67 x 10.50 Brisa Hennessy (CRC) Final 1 – Erin Brooks (CAN) vence Isabella Nichols (AUS) por lesão

    Com nota 10 na final, tricampeão mundial Gabriel Medina fica com o vice em Fiji, sobe para quarto no ranking e retoma protagonismo no circuito. Cole Houshmand e Erin Brooks vencem o campeonato.