Panamá

Crowd evitado

Douglas Cominski e galera se desconectam do ritmo acelerado da rotina e fazem trip pelo Panamá com objetivo de encontrar ondas consistentes, solitárias e perfeitas para evoluir no surfe.

Durante cinco dias, Douglas Cominski e a galera se desconectaram do ritmo acelerado da rotina e partiram para uma jornada com objetivo claro: encontrar ondas consistentes, solitárias e perfeitas para evoluir no surfe. O destino escolhido? Panamá – um paraíso ainda pouco explorado, mas que guarda verdadeiras joias do surfe.

Desde o início, Douglas sabia que essa não seria apenas mais uma surf trip. Cada integrante da equipe tinha algo em comum: a sede de evolução, a busca por mais do que apenas boas ondas — crescer como surfistas, como grupo e como indivíduos.

O roteiro foi moldado pela previsão de swell com a ajuda do Panamenho Manuel da Leading Adventures e pela vontade de explorar. “Passamos por estradas de terra, manada de gados e caminhadas sob o sol escaldante. Tudo valia a pena quando chegávamos a picos isolados, onde as ondas quebravam perfeitas sem ninguém na água além de nós”, diz Douglas.

Ondas fortes, direitas longas e esquerdas manobráveis marcaram as sessões. Cada maré revelava uma nova possibilidade. Cada drop, uma chance de colocar em prática tudo o que viemos desenvolver: leitura de onda, posicionamento, fluidez e controle.

Mas essa viagem foi muito além da performance. Rolaram momentos de introspecção, trocas de ideia sinceras entre amigos e conexão profunda com a natureza. Foi uma experiência que reforçou a essência do surfe como estilo de vida — livre, simples e verdadeiro.

“Voltamos para casa com a pele queimada, os músculos cansados e o coração cheio. Evoluímos no surfe, sim, mas principalmente como seres humanos. E tudo isso, fugindo do crowd, do barulho, e nos conectando com o que realmente importa”, finaliza Douglas.

Dê o confere, basta dar o play!

Assista mais vídeos no canal Shot Spot.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)