Rio de Janeiro

Prainha salva o surfe

Equipe do canal Surfe TV registra sessão de sábado (16) no Santuário do surfe carioca, a Prainha (RJ).

A Prainha salvou o surfe no Rio de Janeiro neste sábado (16). O mar ganhou força, mas o vento sudoeste, maral na maioria dos pico da cidade, soprou com intensidade e dificultou o surfe. Porém o pico da zona oeste carioca funcionou.

A equipe do canal Surfe TV fez o registro da sessão que rolou entre o final da manhã e o início da tarde, momento em que o mar tinha ondas de 1 metrão lisas na séries. Muitas enchiam logo após o drope, mas uma galera soube escolher as que encaixavam na bancada de areia e soltaram as manobras nas águas que estavam congelantes.

O destaque foi Leandro Bastos, surfista profissional que conhece muito bem as ondas da Prainha.

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Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.