Rogue DNA

Instinto natural

Sam Piter pega ondas que parecem irreais. Essência selvagem e atitude pura em cada take do filme Rogue DNA.

Filmado em três lugares de ondas tão distintas quanto icônicas – África Ocidental, Indonésia e Hossegor – o filme Rogue DNA promete revelar aquilo que seus criadores definem como o instinto natural francês:

“Ultrapassar os limites. Uma essência crua e indomável, algo primitivo que corre nas veias”.

Com essa proposta quase poética, o filme aposta em uma estética visceral, colocando o espectador frente a frente com a natureza bruta das ondas e com o espírito selvagem de quem as encara.

Mas será que o surfe, ou melhor, o surfista, pode mesmo ser tão profundo?

Talvez sim. Talvez não. O que dá pra afirmar com certeza é que Piter surfa como poucos. Técnica refinada, atitude sólida e uma leitura de mar que impressiona, especialmente nas bombas.

Mais do que uma obra conceitual, Rogue DNA é uma ode à potência do surfe europeu em sua versão mais raiz.

Vale o drop!

Fonte Billabong Mens Europe

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)