Pathway Program

Meninas do futuro

Surfistas australianas enfrentam tubos pesados de G-Land sob comando de Chelsea Hedges. Missão da Surfing Australia revela evolução técnica e coragem da nova geração aussie.

Charli Hatley, Ziggy Mackenzie e Isi Campbell são três dos principais nomes da nova geração do surfe feminino australiano, e recentemente, elas viveram uma experiência juntas.

Como parte do High Performance Pathway Program da Surfing Australia, as atletas embarcaram em uma missão relâmpago para G-Land, Indonésia, onde encararam tubos pesados de esquerda sob a orientação de ninguém menos que Chelsea Hedges, campeã mundial em 2005.

A missão, registrada para o canal do YouTube da Surfing Australia, mostrou a intensidade e a transformação das jovens surfistas em uma das ondas mais desafiadoras do planeta.

Entre vacas, tubos intensos e sessões de coaching no line-up, as atletas demonstraram comprometimento, superação e evolução técnica notável.

“Quando você joga três das melhores surfistas emergentes da Austrália em uma das esquerdas mais potentes do mundo, o que acontece?”, pergunta o vídeo.

A resposta vem em forma de atitude: quedas pesadas, momentos de puro aprendizado e vitórias pessoais em um ambiente que não perdoa.

A viagem foi muito mais do que apenas pegar ondas, foi uma aula prática sobre como se preparar para o novo cenário do surfe feminino.

Com etapas como Pipeline, Cloudbreak e Teahupoo agora no tour, encarar ondas técnicas e pesadas se tornou uma necessidade, não uma opção.

Em G-Land, as meninas trabalharam intensamente aspectos como posicionamento, leitura de tubo e comprometimento, elementos essenciais para competir no mais alto nível.

Fonte My Surf TV

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)