Luana Paes

No clima mexicano

Atleta da nova geração, Luana Paes desbrava as ondas mexicanas em sua primeira trip internacional.

“Foram 15 dias de altas ondas no litoral mexicano”. Foi dessa forma que Luana Paes, 12, começou a nos contar sobre sua primeira trip internacional, que rolou neste mês de maio.

A surfista da nova geração, que em 2018 foi campeã da categoria Infantil Feminina nos Circuitos da Feserj (Federação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro), de Saquarema e de Grumari, montou base em Barra de La Cruz, mas pegou altas direitas também em picos próximos.

“Surfamos várias ondas como Mojom, San Diego e Bamba, e fechamos a surf trip com chave de ouro em Salina Cruz”, diz Luana, que gostou mais das ondas de Punta Conejo e San Diego. “Essas duas são um sonho para qualquer surfista, pois têm várias seções por toda a bancada, e são muito longas e manobráveis”.

Luana viajou com as pranchas do shaper Joca Secco, “que fez uma mágica especialmente para essa trip”, e com o apoio da Prefeitura de Saquarema, do Beach Bum Protetor Solar, da Brisa Wax e do Grupo Harpia Consultoria.

“Daqui pra frente pretendo viajar o máximo possível com a intenção de aprimorar meu surfe e conhecer novas culturas”, finaliza Luana. Para seguir as aventuras da surfista, siga o perfil @luanappaes no Instagram.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)