Fim de quarentena

Indonésia abre fronteiras

Turismo é liberado na Indonésia e surfistas podem pegar ondas perfeitas com pouco crowd.

A indonésia voltou a abrir fronteiras para os surfistas amantes de ondas perfeitas. O sonho é possível para quem encara os protocolos exigidos e tem a disponibilidade de tempo e recursos.

A baixa nos números de contaminação e mortes, além da preocupação com a retomada da economia do setor turístico e de serviços, principalmente em Bali, foram a razão da decisão oficial colocada a público hoje (15).

Mesmo assim, o governo local continua a tentar diminuir as infecções. Há diversos protocolos e algumas limitações nos horários e na forma de funcionamento de algumas atividades. Um aplicativo é usado para comprovar a vacinação das pessoas que se locomovem por locais públicos como shoppings, aeroportos e outros lugares de aglomeração.

O chamado Business Visa volta a ser a opção para quem decidir ir, acompanhado de certificado digital com o código QR de vacinação completa contra o coronavírus, teste PCR negativo até 72 horas antes da chegada, seguro de saúde e quarentena de 8 dias em Jakarta. O visto é válido por 2 meses.

Realmente esta viagem se tornou uma verdadeira missão, mas a recompensa é desfrutar ondas vazias e perfeitas. Em alguns lugares como as Mentawais, parece que voltamos no tempo. Line ups vazios e com uma energia especial para quem tem a sorte ou o esforço de estar aqui.

Aliás nunca se viu como agora, pois o governo acabou de voltar a permitir estrangeiros. Nos últimos meses a maioria absoluta de quem esteve aqui eram pessoas vindas de Bali.

A alta temporada está chegando ao fim, mas ainda tem muitas ondulações pela frente. E aí? Você encara a aventura? Passaria oito noites fechado em um hotel para depois chegar no paraíso? Quem está ou esteve por aqui, não se arrepende.

Siga Alexandre Ribas no Instagram, @alexandreribas67.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)