Na verdade eu vi esta câmera há muitos anos em um filme da Rip Curl. Na época nem imaginava um dia conhecer o Tahiti. Fiquei chocado com o ângulo da filmadora na prancha e a beleza que ela proporcionava.
Em 2007 estava desenvolvendo com meu pai e meu tio Sérgio um suporte para uma prancha de bodyboard que tivesse este ângulo. No bodyboard seria uma imagem totalmente inovadora.
Com a ajuda dos bodyboarders Zé Otávio e Dudu Pedra, que foram os pilotos de teste, começamos a testar a câmera no México, mas não tivemos muito sucesso, pois lá a chance de perder o equipamento é muito grande.
O Tahiti era o lugar perfeito para as imagens que imaginávamos. Tudo o que precisávamos tinha lá: onda lisa, perfeita, água cristalina e no final ainda tem um canal.
Otávio foi comigo para o Tahiti no final de 2007. Na época das imagens do Billabong XXL no tão famoso “big day” e lá ele ficou tentando por diversas vezes. O mar tinha que estar realmente liso, como um azeite, pois se estivesse um pouco batido a câmera durante a gravação acabava travando.
Nós já estávamos ficando até um pouco tristes, pois Otávio tentava direto e sempre na hora do melhor tubo a câmera travava. Já estávamos achando que não daria certo, até ele voltar desse final de tarde clássico que porporcionou estas imagens.
De agora em diante, todo o material que eu produzir postarei no novo Portal QUE!, um site das minhas viagens com a galera ao redor do mundo.
A galera poderá ver várias matérias em primeira mão aqui no Waves, parceiro de longa data!