Bede Durbidge

De volta às batalhas

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Bede Durbidge em ação no Hawaiian Pro 2016, em Haleiwa. Foto: © WSL / Cestari.

 

Depois de 12 meses fora da água, Bede Durbidge retornou às competições esta semana, disputando o Hawaiian Pro, QS 10.000 da WSL, em Haleiwa, Havaí. O aussie estreou no round 3 do evento, mas acabou em terceiro na bateria que classificou o português Frederico Morais e o norte-americano Evan Geiselman.

“É muito legal estar de volta”, disse Bede depois da bateria. “Fiquei chateado depois do confronto, porque eu não passei, mas estou feliz só de estar aqui surfando com essa lycra”, comemorou o Top.

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Bede se acidentando em Pipeline, ainda no ano passado. Foto: Divulgação / WSL.

Bede foi questionado sobre o incidente em Pipeline, ainda no ano passado. “Aquela vaca poderia ter terminado a minha carreira. Foi muito terrível, e fiz muita terapia para voltar para onde estou agora. Foi muito trabalhoso, mas estou feliz por estar aqui no Havaí”, revelou Bede.

Lesão e recuperação – O Top ficou afastado das ondas depois fraturar a bacia em dois lugares durante o Pipe Masters.

Enquanto a maioria das lesões ósseas leva de dois a quatro meses para curar, o osso da bacia requer um tempo maior para que o corpo esteja apto a manobrar.

A lesão sofrida pelo australiano exigiu a inserção de dois pedaços de metal parafusados na parte da frente e de trás da pélvis. Os cirurgiões compararam sua lesão a de um motorista que bate o carro em alta velocidade. Depois da cirurgia, o Top ficou semanas de cadeiras de rodas, o que resultou numa atrofia muscular.


Bede realizou um intenso trabalho de recuperação e, apesar de ter perdido três quilos de massa muscular magra e 4% de sua densidade óssea, depois de 12 meses (tempo considerado rápido para esse tipo de lesão), ele retorna ao surfe competitivo.

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Bede Durbidge lavando Wiggolly Dantas no Hawaiian Pro 2016, em Haleiwa, no Havaí Foto: © WSL / Cestari.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.