O francês Tim Boal está pronto para o clássico francês contra o compatriota Jeremy Flores na terceira fase do Hang Loose Pro 2009.
Apesar da estreia vitoriosa que o livrou da repescagem, Boal aprovou a escolha da direção de prova, que optou pelo antigo formato do World Tour, utilizado apenas na Gold Coast este ano.
“Eu gosto desse formato daqui, acho melhor. É melhor para as pessoas verem mais surf, mais baterias, porque ninguém perde logo e todo mundo surfa mais”, conclui Boal.
Na primeira fase, Boal somou notas 5.83 e 6.83, mandando para a repescagem os sul-africanos Jordy Smith e Greg Emslie.
“O mar estava muito difícil e não sabia como ser valorizado pelos juízes, pois foi a primeira bateria do evento. Minha primeira onda foi uma pequena esquerda na qual fiz 5.83. Apenas queria pegar outra boa onda e consegui fazer um 5.15 e no final um 6.83”, diz Boal.
“Fiquei tentando ampliar minhas notas, mas estava difícil pegar várias ondas. Eu sabia que dava pra pegar umas duas ou três ondas no máximo, então fiquei tentando pegar mais uma nota média, pois sabia que não precisava de muito. A remada estava longa e difícil, então não podíamos perder muito tempo”, continua o francês.
Boal também fez uma comparação entre as ondas de Imbituba e da França. “As ondas estão um pouco parecidas. É o mesmo tipo de beach break e tem muita corrente em direção às pedras, a remada é longa, está difícil”, afirma Tim Boal.