SUP Wave

Surfando a pororoca do Alasca

O surf no Alasca não será algo muito recorrente, mas existe uma pequena comunidade que se dedica a apanhar ondas – dando cada vez mais ênfase ao conceito de “surf é global”. 

 

No Alasca, uma pequena mas fiel comunidade de surfistas mantém a tradição do “esporte dos reis” viva nas geladas águas de Turnagain, um belo golfo próximo à cidade de Anchorage que proporciona uma onda de maré que costuma reunir os surfistas da região. Muitos deles vêm de muito longe para usufruir da experiência, dirigindo durante longas horas para surfar uma “praia” que que produz, no máximo, duas ondas por dia e cada uma delas separadas por 11 horas. 

 

Na verdade, trata-se de uma pequena onda que não mais é do que uma parede de espuma, mas que oferece uma distância considerável a quem se atreve a superar o desafio. E se o tamanho e a perfeição da onda de Turnagain não são dos mais impressionantes, pelo menos a diversão que ela proporciona a essa galera é única. 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.