Stance ISA World Adaptive

Superação em La Jolla

O Stance ISA World Adaptive levou o público ao delírio em San Diego, Califórnia (EUA). A galera vibrou com a superação dos atletas do Mundial de surfe adaptado e viu o Brasil dominar as disputas na praia de La Jolla.

A delegação brazuca teve quatro finalistas e duas medalhas de ouro nas categorias individuais, além do título na disputa entre seleções.

Dirigida por Luiz Felipe Nobre, a equipe começou o último dia 30 pontos atrás dos Estados Unidos e terminou a prova com uma vantagem de quase 500 pontos.

Davi Teixeira, de apenas 11 anos, foi o campeão da Assist, disputada por surfistas que precisam de auxílio para o drop. “Ser coroado campeão mundial é um sonho que sempre tive e finalmente se torna realidade. Eu sabia que esse dia chegaria, e finalmente aconteceu!”, comemorou Davizinho.

Na Upright, Fellipa Lima arrancou uma nota 10 dos juízes para faturar a medalha de ouro pelo segundo ano consecutivo. Nessa categoria, os atletas surfam sentados ou de joelhos. “Foi uma grande bateria! Não foi nada fácil com Jeff Munson lá fora. Ele estava detonando”, disse Fellipe. “Estou analisei as condições e decidi que precisava encontrar as esquerdas para conseguir as notas e deu certo para mim. Significa muito para mim conquistar o bicampeonato”, finalizou.

Mais dois brasileiros chegaram ao pódio em La Jolla. Henrique Saraiva foi o terceiro na AS2 Stand / Kneel e Elias Figue Diel foi o vice-campeão da Visually Impaired, disputada por deficientes visuais. 

Também representaram muito bem o Brasil na Califórnia os atletas André Szucks, Carlos Kill, Fernanda Tolomei e André Barbieri.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.