Importante material utilizado para a construção de sua prancha de SUP, a resina epóxi é o que determinará a resistência e leveza de um stand up paddle. Mas, além disso, este produto tem a capacidade de prolongar a vida útil de sua prancha, mantendo as características de um equipamento novo por mais tempo. Mas isso dependerá da procedência dessa resina.
Bruno Gomes, sócio fundador da Nanopoxy, empresa especializada na produção de sistemas epóxi, fala sobre o processo que o levou a investir em pesquisas para criar uma resina com essas características: “Quando resolvi montar uma empresa química voltada para o mercado de equipamentos de esportes radicais, o principal desejo dos fabricantes de pranchas de SUP e surfe era conseguir ter um sistema que não amarelasse tão rápido, e, assim, oferecer aos clientes uma prancha que permanecesse branca por mais tempo”, conta.
Bruno conta que logo no início das pesquisas ficou claro que os benefícios de se manter uma prancha branca por mais tempo iam muito além da estética:
“O sistema epóxi, independente da coloração, vai sofrer com a radiação UV e esse ‘amarelamento’ da prancha nada mais é do que o inicio dos sintomas da ‘doença’, que logo irá enfraquecer o laminado. Com isso há perda de resistência do material e por fim acontece o que chamamos no meio químico de ‘chalking’, que é quando a resina começa a esfarelar”, explica.
Após inúmeros testes, porém, a Nanopoxy chegou a uma resina epóxi capaz de manter prancha mais branca e mais resistente por mais tempo. Outros benefícios também foram obtidos. A resina tem uma capacidade de secagem mais rápida do que as convencionais, o que é muito importante em termos de produção por conta do tempo de espera para o lixamento, que nesse caso, é reduzido e, para a cura final.
Luis Felipe Gontier, o “Pipo”, proprietário da Gzero Tech, um dos maiores fabricantes de stand up paddle do Brasil, desde que passou a usar o sistema da resina Nanopoxy tem obtido resultados muito satisfatórios: “Hoje nossas pranchas são todas feitas com resinas da Nanopoxy e o resultado disto está no produto final. Elas permanecem brancas por muito mais tempo e a resistência de todas é muito maior por conta desta tecnologia. O material que a Nanopoxy desenvolveu para o mercado brasileiro está entre os melhores do mundo. Falo isso, pois conheço muitos fornecedores dos EUA com tecnologia inferior a deles”, revela Pipo.
Para Bruno, o reconhecimento de empresas como a Gzero é também fruto da evolução do esporte e de seus praticantes no Brasil:
“Hoje o consumidor final está mais exigente, mais esperto, e como o SUP para muitos ainda é um produto de alto valor, essa exigência se volta para o fabricante. Quem não proporcionar aos clientes corre o risco de perdê-los, pois certamente haverá outras fábricas prontas para oferecer pranchas com maior valor agregado, como no caso da Gzero”, finaliza.
Para conhecer um pouco mais da história da Nanopoxy e todos seus produtos acesse www.nanopoxy.com.br
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