Receita marroquina

Sopa de direitas

Durante sete dias, estive no litoral marroquino para registrar as ondas e paisagens deste lugar pouco conhecido.

 

Montei base em Taghazout, vila que cresce cada vez mais por causa do surf. Ondas excelentes e já exploradas ficam próximas à vila. Um quartel-general é montado no local e de lá saem as expedições em busca das perfeitas direitas do país.

 

Boilers é um pico que funciona de maneira espetacular, com direitas extensas e tubulares quando entra o swell certo. Outros picos como Panoramas, Bananas Point, Anchor Point, Le Source, Draculas, The Killers, Tamri, entre vários outros, ficam a alguns quilômetros do Centro da vila.

 

No Marrocos existem ondas o ano inteiro. Especialistas no assunto, como o surfista marroquinos Younes Arabab, dizem que a melhor época vai de novembro a fevereiro, quando grandes ondulações podem chegar a incríveis 10 metros.

 

A temperatura da água fica em torno de 18 graus. Uma boa roupa de borracha e uma botinha são indispensáveis. Lá os reefs breaks são afiados, qualquer vacilo pode acarretar em cortes nos pés ou algo mais grave.

 

Consegui registrar ondas de Tamri, Boilers (com um bom swell de 2,5 metros) e Anchor Point – uma direita quilométrica, que nos dias clássicos pode chegar a quase 1 km de extensão.

 

Marrocos é destino certo para quem quer novos desafios e busca aperfeiçoar sua linha de surf, tanto de backside como de frontside. Portanto, não pense duas vezes. Próximo destino: Marrocos!

 

Para obter mais informações sobre o trabalho do fotógrafo Alexandre Cals, envie mensagem para [email protected].

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.