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River SUP no Rio Jucu (ES)

Trabalho desde 2011 no Rio Jucu (ES), onde encontramos todos os níveis de corredeiras para a prática do rafting, do nivel I ao VI. Em novembro de 2014 tivemos uma chuva muito forte nas montanhas capixabas, fazendo com que o rio atingisse a um nível perfeito para a prática de alguns esportes de aventura. Tudo fluindo muito bem, pois as próximas chuvas iriam manter o nivel do rio nessas condições.

Eu jamais poderia imaginar que era o início de uma crise hidrica. Tivemos uma temporada sem chuvas, ruim para nós, praticantes de esportes de aventura, e muito delicado para todos que estão nessa região. Como as chuvas não vieram, o rio foi baixando cada vez mais, chegando a um nivel tão baixo que paramos com todas as atividades, pois o Jucu não estava navegável.

Não sei exatamente a que ponto chegará a crise hidrica que estamos passando aqui no Espírito Santo, porém, após tanto tempo de espera, tivemos uma semana bastante chuvosa e o rio reagiu.

Passei os últimos três dias remando com a galera do Rio Da Montanha. Hoje era pra ser um dia de descanso, mas meu amigo Marcos Vidigal viu uma foto que postei e me ligou às 6h00 fazendo um convite para irmos explorar um trexo ainda não navegado. Tomei café, peguei os equipamentos e partimos. No caminho encontramos o nosso brother Claudio Tripa e fomos pro pico.

O rio nos impressionou bem antes que chegassemos a sua margem, pois ele estava transbordando. Tivemos que abandonar o carro e seguir remando por onde passaríamos com o mesmo, logo que chegamos no pico, escolhemos uma pedra como referência e, enquanto equipávamos, observamos que o rio estava enchendo. Ou seja, ele estava ficando cada vez mas rápido, trocamos uma boa ideia e chegamos à conclusão que iriamos remar. Entramos em um remanso e após alguns minutos de remada lá estavam elas, as corredeiras nível IV.

Fizemos uma boa análize de segurança, conseguimos enchergar várias linhas navegáveis, eliminamos os prováveis riscos e fizendos boas linhas. Diversão total. Quando o esporte é seguro, o momento nunca se perde em nossos penssamentos. Pura vida!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.