Pescaria alivia o flat no Tahiti

#Hoje não tenho muito o que escrever. Fomos para outro atol e estava flat. Deu pra ver que o pico é clássico, com uma esquerda e uma direita perfeitas. Dá até pra remar de uma pra outra, já que o reef pass é pequeno.

Parece que o Kelly Slater adora este pass, onde tirou um tubo de backside de 17 segundos. Histórias do local que mora em frente.

Foi bom para uma pescaria e para uma queda na piscina do resort lá perto, mas foi uma pausa no surf. Agora, voltamos pro atol daquelas direitas que vocês viram, mas não está a mesma coisa.

Tem 1 metrão manobrável e está rolando um campeonatinho da galera. Eu preferi repetir o rolé de bike de outro dia, até o Internet Café. Até porque isso é raridade aqui, então, enquanto der pra mandar notícias, estarei fazendo o possível.

Dêem uma olhada em nossa pesca. Aqui não se come tubarão, pois os locais acreditam em má sorte. Eles respeitam os tubarões e, durante nossa pescaria, tivemos que devolver uns três cações que morderam a isca.

No final de tarde, nosso barco foi visitado por uns 10 a 15 cações atrás dos restos de nossa comida. Inclusive, já demos nomes pra cada um. Rolou também uma piscina natural alucinante. Bem, vou guardar um pouco pra quando chegarmos aí. Espero ter mais ondas pra mostrar em breve. Abraço.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)