Paulo Barcellos dropa no Terra Chat

#O atual campeão mundial Paulo Barcellos conversa com o crowd nesta quarta-feira (28/11) no Terra Chat, às 19 horas.

Paulo passou sua infância em São Paulo, onde morava em uma chácara. No verão de 88, seu pai foi transferido para o Rio de Janeiro a trabalho e levou o bodyboarder.

Seu primeiro contato com o mar foi praticando surf de peito. Quando conseguiu uma prancha, emprestada de um amigo, ficou deslumbrado.

O primeiro campeonato que disputou foi em 89, uma “olimpíada do condomínio”. Ele mostrou que realmente levava jeito e venceu a categoria Mirim e Open, ganhando duas pranchas.

#Nessa época, Barcellos descolou patrocinío para bancar suas inscrições nos campeonatos. Em 95, o atleta disputou todo o Circuito Brasileiro e conquistou o título de campeão amador. Neste ano, foi vice-campeão carioca Amador.

Em 96, disputou o Circuito Mundial, quando conseguiu um bom resultado: terminou entre os 32 melhores do ano. “Foi um ótimo aproveitamento, já que em todas as etapas eu competia desde as triagens”, disse Barcellos.

No ano seguinte, chegou à semifinal da etapa do Mundial em Pipeline e terminou o ranking mundial em oitavo lugar. Em, 98, ficou na décima sétima posição, e, em 99, foi o décimo terceiro colocado. Em 2000, conquistou o tão sonhado título, disputado contra nomes como Guilherme Tâmega, Ben Holland, Diego Cabral, entre outros.

O link para entrar no bate-papo é: http://chat.terra.com.br:9781/@@INDEX@@?

Confira o perfil do atleta:
Idade: 25 anos
Títulos: atual campeão mundial, campeão brasileiro amador em 95; desde quando começou em 95 o circuito é Top 16
Características: perseverante, quieto, religioso
Local de treino: São Conrado (RJ)
Melhor onda:Pipeline (Hawaii)
Principais viagens: Hawaii, Tahiti, Indonésia, México, França, Califórnia, Japão, Austrália, Espanha
Tempo como profissional:desde 96
Ídolo: Guilherme Tâmega
Outro esporte: Futebol
Hobby: Vídeo Game
Patrocinío: Genêsis
Colocação no mundial até o momento: terceiro colocado

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)