Onda em rio atrai surfistas à África

Por pelo menos dois dias no ano, exatamente no período de cheias em janeiro, um fenômeno da natureza delicia surfistas que se deslocam anualmente ao coração da África.

 

Com a largura de um campo de futebol, o rio Zambeze, na Zâmbia, tem uma característica única: uma laje abrupta em seu fundo, depois de uma corredeira com desnível de dois metros, que faz a água dar a volta em torno dela mesma.

 

Apelidada de Expresso 11, a onda é incomparável, até mesmo para quem está acostumado a surfar na pororoca da Amazônia brasileira.

 

A aventura, porém tem seus riscos: o rio é infestado de crocodilos. Cair em suas águas enquanto se tenta domar o tubo é garantia de um caldo de pelo menos 15 segundos. A apnéia, bastante perigosa, já vitimou três surfistas nos últimos 15 anos.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.